Com foco na desburocratização e no combate às desigualdades, o programa encerra ciclo de 42 dias, consolidando a Previdência Social como o serviço mais procurado
Levar o Estado para onde o povo mais precisa, quebrando as barreiras da burocracia. Esse foi o saldo da participação do Ministério da Previdência Social (MPS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no programa Governo do Brasil na Rua, que chega à sua última edição nesta sexta-feira (3), em Manaus (AM).
O balanço consolidado pela Assessoria de Monitoramento de Políticas Públicas (AMPP) do MPS mostra que foram 18.532 atendimentos realizados diretamente nas periferias e territórios mais vulnerabilizados. Sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR), a iniciativa percorreu o país ao longo de 42 dias de atividades em campo — em um período que se estendeu de 13 de dezembro de 2025 até hoje.
Em todas as edições, que contemplaram 26 capitais (incluindo o Distrito Federal) e edições especiais em municípios como Sorocaba (SP), Governador Valadares (MG) e bairros periféricos de São Paulo, o MPS e o INSS foram os serviços mais procurados pela população.
O que foi feito
A estrutura levou serviços previdenciários sem agendamento prévio à população, garantindo sustento imediato e combatendo a insegurança financeira de idosos e pessoas com deficiência. Principais resultados:
- 7.513 atendimentos gerais e administrativos: Orientações e resoluções rápidas do dia a dia.
- 4.013 perícias médicas: Um dos serviços mais demandados e cruciais para a concessão de benefícios.
- 2.764 avaliações sociais: Focadas especialmente no Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS).
- 1.382 atendimentos do CRPS: Solução de conflitos e recursos administrativos diretamente com o Conselho de Recursos da Previdência Social.
Perfil atendido
O balanço da AMPP reflete o papel do Ministério na redução das desigualdades estruturais históricas do Brasil. 75,5% das pessoas atendidas se autodeclararam pretas ou pardas. 55,8% do público foi composto por mulheres. 27,6% dos atendimentos foram destinados a idosos (60+), validando o foco estratégico de proteção à terceira idade.




