São 500 vagas em curso gratuito para fortalecer comunidades e transformar os territórios em lugares mais seguros e sem riscos
Time da Secretaria Nacional de Periferias durante gravação das aulas: coordenadora-geral de articulação, Luana Alves, diretor de mitigação e prevenção, Rodolfo Moura, secretário Guilherme Simões e Henrique Adriano, coordenador-geral de Urbanização de Favelas. Crédito: Leandro Vaz/MCID
Também integram o grupo de formação: Juiz Antonio Augusto Galvão de França; urbanista e arquiteta, Raquel Rolnik; o geólogo Fernando Rocha Nogueira; professora Emérita da USP em Arquitetura e Urbanismo, Hermínia Maricato
Também integram o grupo de formação: Juiz Antonio Augusto Galvão de França; urbanista e arquiteta, Raquel Rolnik; o geólogo Fernando Rocha Nogueira; professora Emérita da USP em Arquitetura e Urbanismo, Hermínia Maricato. Crédito: Aescom/,MCID
Também integram o grupo de formação: Juiz Antonio Augusto Galvão de França; urbanista e arquiteta, Raquel Rolnik; o geólogo Fernando Rocha Nogueira; professora Emérita da USP em Arquitetura e Urbanismo, Hermínia Maricato
Também integram o grupo de formação: Juiz Antonio Augusto Galvão de França; urbanista e arquiteta, Raquel Rolnik; o geólogo Fernando Rocha Nogueira; professora Emérita da USP em Arquitetura e Urbanismo, Hermínia Maricato.
Estão abertas as inscrições para o Programa de Formação Periferia Sem Risco, oferecido pela Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, voltado especialmente para lideranças comunitárias e moradores. Com 500 vagas, totalmente gratuito e online, o primeiro módulo — sobre Ambientação — terá início no dia 10 de agosto. Os demais serão lançados gradualmente até maio de 2026.
O programa busca fortalecer agentes locais para a redução e prevenção de desastres, além de promover a adaptação nas favelas e periferias urbanas aos riscos climáticos. Integra justiça socioambiental, desenvolvimento urbano inclusivo e fortalecimento comunitário, contribuindo para a construção de territórios mais resilientes.
Trata-se de uma proposta inovadora de formação à distância, estruturada em módulos independentes permitindo que o participante curse os módulos separadamente ou conclua todos, conforme a abertura de vagas de cada um.
“É uma aposta na formação como estratégia de permanência, prevenção e transformação. Também é uma resposta concreta à necessidade de preparar o Brasil e, principalmente, as pessoas que vivem em áreas mais vulneráveis, para enfrentar os impactos assimétricos da crise climática, com justiça territorial”, pontuou o secretário Nacional de Periferias, Guilherme Simões.
O programa
Os módulos possuem carga horária variável entre 15 e 60 horas e serão ofertados periodicamente. O cronograma completo de ofertas será divulgado em breve. Ao final de cada módulo, o participante irá fazer uma avaliação de aprendizagem, responder à avaliação de reação do curso, para receber o certificado emitido pelo Ministério das Cidades.
Acesse a Central de Conteúdos do Ministério das Cidades
