Ministro de Minas e Energia destaca estratégia para aumentar competitividade do leilão de baterias, previsto para abril deste ano, que vai estimular a inovação tecnológica e reforçar a segurança energética no Brasil
Durante a reunião, o ministro destacou que a presença de grupos internacionais com ampla experiência tecnológica, especialmente da China, é estratégica para aumentar a competitividade do certame, estimular a inovação e garantir soluções mais eficientes e economicamente vantajosas para o sistema elétrico brasileiro.
“A cooperação Brasil–China tem gerado resultados relevantes e pode contribuir ainda mais para o avanço do armazenamento de energia no país", afirmou Alexandre Silveira.
O leilão de baterias, previsto para abril de 2026, terá início de suprimento em agosto de 2028 e contará com contratos de potência de reserva com duração de dez anos. O certame será voltado exclusivamente a novos sistemas de armazenamento de energia, reforçando o compromisso do governo com a segurança energética, a integração de fontes renováveis e a modernização do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Parceria
Durante o encontro, Alexandre Silveira visitou o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Huawei, um dos maiores complexos de inovação do mundo, com capacidade para cerca de 30 mil pesquisadores. O centro concentra pesquisas em áreas estratégicas como semicondutores, redes sem fio, Internet das Coisas (IoT) e soluções digitais aplicadas ao setor elétrico e à transição energética.
Na ocasião, o ministro de Minas e Energia do Brasil também manifestou o interesse do governo brasileiro em avançar em programas de intercâmbio acadêmico e científico, bem como em parcerias com o parque de ciência e tecnologia chinês, com foco na formação de profissionais, no desenvolvimento tecnológico e no fortalecimento da base industrial nacional.
A visita reforça o esforço do Ministério de Minas e Energia (MME) em atrair investimentos, ampliar a concorrência e consolidar o Brasil como mercado estratégico para tecnologias avançadas de armazenamento de energia, garantindo transferência de conhecimento.
Presente em mais de 170 países, a Huawei atua no Brasil há 28 anos e mantém escritórios, centro de distribuição e duas unidades fabris no país, localizadas em Jundiaí (SP) e Manaus (AM).




