Área está localizada na Bacia de Campos, no Polígono do Pré-Sal, e será submetida à apreciação do Ministério de Minas e Energia.
A Diretoria da ANP aprovou hoje (9/10) os estudos geológicos e econômicos relativos ao bloco exploratório de Oeste de Jubarte, para possível futura inclusão na Oferta Permanente de Partilha, como parte do Calendário Estratégico Unificado de Avaliações Geológica e Econômica (2026-2027). A documentação sobre o bloco será encaminhada para apreciação do Ministério de Minas e Energia (MME).
Os estudos aprovados abrangem a avaliação geológica e geofísica da área, a análise preliminar de sua viabilidade técnica e econômica e a definição da configuração geográfica do bloco.
Com a decisão da Diretoria, os estudos e seus respectivos anexos serão encaminhados ao MME. A aprovação pela ANP não significa que toda a área analisada será necessariamente ofertada em licitação. Cabe ao Ministério, a partir dos estudos técnicos e de sua avaliação estratégica, propor ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ouvida a ANP, a definição dos blocos a serem licitados sob o regime de partilha de produção.
Localizado na Bacia de Campos, em área inserida no Polígono do Pré-Sal, o bloco possui aproximadamente 690 km² e foi classificado como de elevado potencial exploratório. Os estudos realizados pela Agência estimam para a área volume de petróleo e gás natural médio total não riscado (volume estimado antes de considerados os riscos associados à exploração) na ordem de dezenas de milhões de barris de óleo equivalente.
A configuração estudada para o bloco contempla a extensão Norte de Caxaréu e exclui as áreas abrangidas pelo Acordo de Individualização da Produção (AIP) relativo às extensões de Jubarte.
(para atendimento dos jornalistas)
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