O segundo dia do encontro do G7, terminou com boas notícias. O Brasil, que participa como convidado, quer ampliar o comércio com o Japão. Atualmente, os japoneses compram café, minério de ferro, alumínio e carnes. Além de ampliar a pauta para outros produtos, o governo brasileiro pretende reduzir barreiras japonesas que limitam os negócios, como as elevadas tarifas.
Durante reunião bilateral com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, o presidente Lula falou sobre o possível acordo comercial. “Eu mesmo fico muito feliz com essa perspectiva virtuosa de um acordo Japão-Mercosul. Nós estamos aguardando isso com muita intensidade. Eu espero que na próxima reunião do Mercosul, dia 30 de junho, a gente possa ter boas notícias”, afirmou ele.
O anúncio de veto à carne brasileira pela União Europeia também esteve na pauta das reuniões. Do encontro com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saiu o compromisso de ambos os lados de buscar soluções que contemplem tanto as preocupações europeias, como os interesses exportadores do Brasil.
Na agenda da saúde, o Brasil divulgou uma carta aberta, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS), chamando os líderes das maiores economias do mundo a apoiarem a conclusão do acordo global sobre pandemias. O documento, aprovado em 2025, pretende transformar as lições da Covid-19 em mecanismos permanentes de preparação e de resposta.
O Brasil também participará de debates sobre parcerias, desenvolvimento global e crescimento econômico equilibrado. Esta é a 10ª participação de Lula em uma cúpula do G7 como convidado.
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