O câncer de pulmão é o tipo que mais mata em todo o mundo. Só em 2022, a doença tirou a vida de quase dois milhões de pessoas. Conhecido como um inimigo silencioso, o câncer de pulmão costuma ser diagnosticado apenas em estágios avançados. A boa notícia é que o diagnóstico precoce e a prevenção, como evitar o tabagismo, incluindo os vapes, podem salvar vidas.
O perfil de quem tem câncer de pulmão é de alguém entre 60 e 70 anos que fumou por um tempo prolongado na vida. Mas esse quadro chegou mais cedo para a publicitária Laura Beatriz, hoje com 27 anos, até que ela precisou fazer uma cirurgia que retirou metade do seu pulmão direito.
Em 2022, o câncer de pulmão teve cerca de 2,5 milhões de novos casos em todo o mundo. Fora o câncer de pele não melanoma, foi o mais incidente e também o mais letal, com aproximadamente 1,8 milhão de óbitos.
“O número de mortes por câncer de pulmão supera o número de mortes por câncer de mama, colo de útero, colorretal e próstata combinados. O consumo do cigarro, o hábito do tabagismo, é a principal fator de risco para o câncer de pulmão”, afirma o Oncologista e pesquisador do Inca Luiz Henrique Araújo.
Laura descobriu da pior forma os malefícios de usar cigarro eletrônico. E a campanha Agosto Branco, recém-sancionada pelo governo federal, vai chamar a atenção anualmente para os cuidados e o tratamento do câncer de pulmão pelo SUS.
Compartilhar:
