Com prejuízo de R$ 12 milhões ao garimpo, Governo Federal avança na desintrusão da TI Kayapó
Em apenas duas semanas de ações, agentes inutilizam maquinário, desarticulam estruturas ilegais e avançam sobre os principais garimpos da TIKAY, no Pará Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
14/05/2025 11h59
Operação de desintrusão da TI Kayapó
Operação de desintrusão da TI Kayapó
Operação de desintrusão da TI Kayapó
Operação de desintrusão da TI Kayapó
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Operação de desintrusão da TI Kayapó
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Operação de desintrusão da TI Kayapó
Operação de desintrusão da TI Kayapó
Na segunda semana da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Kayapó, o Governo Federal intensificou a repressão ao garimpo ilegal, consolidando a ação como marco na defesa dos povos originários e da floresta amazônica. Entre 5 e 11 de maio, as ações resultaram em perdas estimadas de R$ 10,6 milhões aos garimpeiros ilegais. Somados aos R$ 1,4 milhão da semana anterior, os prejuízos ultrapassam R$ 12 milhões.
As forças integradas destruíram uma grande quantidade de maquinários pesados, como retroescavadeiras, balsas, dragas e estruturas de apoio utilizadas pelos garimpeiros. As ações se concentraram nas regiões mais críticas da Terra Indígena Kayapó, como os garimpos Rio Branco, Maria Bonita, Pista Branca, Cumaruzinho, Tarzan e Santili. Foram inutilizados também bares, prostíbulos, depósitos de suprimentos, oficinas e alojamentos clandestinos montados no interior da terra indígena.
Coordenada pela Casa Civil e pelo Ministério dos Povos Indígenas, a operação integra 20 órgãos federais, incluindo Polícia Federal, Ibama, Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Força Nacional de Segurança Pública e Exército. O Censipam, órgão vinculado ao Ministério da Defesa, fornece inteligência e apoio operacional para definição de alvos e rotas. Aeronaves do Ibama garantem deslocamentos rápidos e operações em áreas de difícil acesso.
O monitoramento federal indica desmobilização acelerada dos invasores diante da presença ostensiva do Estado. A destruição da infraestrutura criminosa e a retirada dos garimpeiros representam a retomada do território pelos povos indígenas. As ações seguem amparadas pela decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF 709, reafirmando o compromisso do Governo Federal com a soberania indígena e o combate efetivo ao crime na Amazônia.
Categoria Regulação e Fiscalização




