Com várias entregas efetivas, Brasil tem diferencial competitivo no cenário mundial
Fazenda participou do Brazil Climate Investment Week, onde foi destaque o Plano de Transformação Ecológica e sua agenda econômica aliada a sustentabilidade e avanços sociais Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
06/06/2025 17h54
O Ministério da Fazenda (MF) e o Governo Federal estão engajados em impulsionar a economia do Brasil a um patamar produtivo superior, aliando crescimento, economia de carbono baixo e justiça social, destacou nesta sexta-feira (6/6) o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux. “O que dois anos atrás era apenas uma ideia do que poderia ser um caminho possível para o desenvolvimento brasileiro, agora está se tornando real”, disse Dubeux, ao participar de painel do Brazil Climate Investment Week, na cidade de São Paulo. “Normalmente, em todo o mundo, ministérios de finanças são indiferentes ou até antagonistas a uma agenda verde. Não é o caso no Brasil”, reforçou Brasil.
O secretário-executivo adjunto do MF destacou a importância das ações de governo empreendidas para promover a estabilidade macroeconômica e aprimorar o ambiente de negócio. “Isso é muito importante, é um requisito para o desenvolvimento, mas não é o suficiente”, advertiu, ao ressaltar a importância do Novo Brasil — Plano de Transformação Ecológica.
Acesse a página do Novo Brasil — Plano de Transformação Ecológica
Essa iniciativa do Ministério da Fazenda constrói políticas públicas e ferramentas estratégicas para que a indústria, agricultura, energia, finanças e sociedade, como um todo, sejam impulsionadas a um novo patamar de desenvolvimento sustentável e tecnológico. O lema é consolidar uma nova economia com melhores empregos e distribuição de renda mais justa para a população. O governo acredita que a economia de baixo carbono será um dos grandes vetores de desenvolvimento e crescimento para as próximas décadas até o mundo atingir a neutralidade em emissões dos gases do efeito estufa (GEE), e vem construindo inúmeras políticas para garantir que o país seja líder em inúmeros setores dessa economia do presente e do futuro.
“Temos de trabalhar nos pilares de estabilidade macroeconômica e melhoria do ambiente de negócios, mas, ao mesmo tempo, criar esse novo caminho para o desenvolvimento baseado em tecnologia, em inovação, em aumento da produtividade, em redução do impacto ambiental e em prosperidade econômica para todos”, reforçou Dubeux. Esse foco em um novo modelo de crescimento já apresentou resultados, destacou, ao citar, entre outros exemplos, a aprovação da Lei do Mercado Regulado de Carbono.
“E já que temos a COP 30 no final deste ano, o Brasil está liderando um esforço para criar uma coalizão entre diferentes países do mundo para criar uma integração do mercado de carbono. É uma política muito importante, doméstica e internacionalmente”, ressaltou.
Resultados
Dubeux citou outros resultados efetivos resultantes dos esforços pela construção de um novo modelo de desenvolvimento brasileiro. Mencionou as duas emissões de títulos soberanos sustentáveis já realizadas (uma em 2023 e outra em 2024, cada uma de US$ 2 bilhões) e anunciou que uma operação semelhante está sendo planejada para 2025. Destacou também a Lei dos Combustíveis do Futuro e o programa Eco Invest Brasil, que reduz o risco cambial para empreendedores internacionais que apostarem em projetos, no país, associados aos princípios da transformação ecológica.
Ao mesmo tempo que o novo modelo de desenvolvimento avança, a economia do Brasil, em geral, está se robustecendo, destacou Dubeux, indicando também outras conquistas, como a aprovação da Reforma Tributária do consumo. Ele lembrou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) superou as expectativas de mercado nos dois últimos anos, que as exportações estão batendo recordes e que o Brasil está com índices mínimos históricos de desemprego e pobreza.
Apontou que dois pontos de preocupação — inflação e sustentabilidade da dívida pública no longo prazo — estão recebendo cuidados e encaminhamentos adequados. O secretário-executivo adjunto do MF, inclusive, advertiu que a inflação média para os quatro anos do atual governo será a mais baixa desde o lançamento do Plano Real, em 1994, em relação aos ciclos anteriores. “Estamos bem encaminhados para alcançar todos esses resultados maiores, sustentáveis a longo prazo, econômica e ambientalmente sustentáveis”, reforçou Rafael Dubeux.
Categoria Finanças, Impostos e Gestão Pública
Tags: JUSTIÇA SOCIALCOP 30BAIXO CARBONOTÍTULOS SOBERANOS SUSTENTÁVEIS


