Brasília (DF), 27/10/2026 – As Forças Armadas atuam desde 12 de outubro no combate aos incêndios florestais no Amazonas, em uma operação coordenada pelo Ministério da Defesa que reúne militares e recursos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira (FAB). Atualmente, cerca de 250 militares participam da operação.
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A atividade conjunta permite coordenar o uso de aeronaves, equipes e estrutura logística de acordo com as necessidades de cada região atendida. Até esta terça-feira (27), as aeronaves realizaram 82 missões, com um total de 1 milhão de litros de água lançados no combate às queimadas.
A Operação Amazonas foi mobilizada para cooperar com os órgãos ambientais e de proteção e defesa civil diante dos incêndios registrados no estado.
Entre os recursos empregados está o CAFFS (Sistema Conteinerizado de Combate Aéreo a Incêndios), utilizado pela primeira vez pelas Forças Armadas em operação. O equipamento conta com caixas que acondicionam a carga e permitem o lançamento de água sobre as áreas atingidas pelo fogo.
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.**Atuação das Forças Armadas
Com base em Manaus, a ação concentra esforços nas áreas prioritárias, por meio de missões aéreas, transporte de pessoal, apoio logístico e outras atividades operacionais.
Na frente aérea, dois aviões KC-390 Millennium, da FAB, foram configurados para o lançamento de água no combate aos incêndios florestais. Projetadas para o transporte militar de grande porte, as aeronaves podem cumprir diferentes tipos de missão. Na operação Amazonas, utilizam os sistemas MAFFS e CAFFS, que se diferenciam pela forma de acondicionar e lançar a água sobre as áreas atingidas pelo fogo.
Entre os meios aéreos estão o UH-15 Super Cougar, da Marinha do Brasil, que realiza transporte de pessoal e cargas, busca e salvamento, entre outras atividades, e o HM-1A Pantera, do Exército Brasileiro, destinado ao transporte e apoio operacional. A operação dispõe também de dois navios da Marinha.
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A atividade conta, ainda, com a coordenação do Estado-Maior Conjunto instalado em Manaus, responsável por articular as ações e os recursos empregados pelas Forças Armadas.
De acordo com o Comando Conjunto Amazonas, a operação é fundamental para reforçar o combate aos incêndios florestais no Amazonas, com o emprego coordenado de militares, aeronaves e meios navais. A força-tarefa contribui para ampliar a capacidade de resposta à emergência e apoiar os órgãos responsáveis no enfrentamento do fogo.
Por Andréa FerreiraFotos: Ccj Amazônia, MB, EB e FAB
**Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)**Ministério da Defesa


