Amanhã, em todo o Brasil, é o Dia D de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Mesmo com a redução de casos, a dengue continua sendo a principal endemia do país, por isso o Ministério da Saúde reforça as ações de combate.
O Dia D reforça que a forma mais eficaz de combater o mosquito é acabar com os focos de reprodução do Aedes aegypti, ou seja, não deixar água parada. Este ano, no Brasil, foram cerca de 1,6 milhão de casos prováveis de dengue, uma redução de 75% em comparação a 2024. Houve também queda de mais de 70% no número de mortes: cerca de 1.600 pessoas.
São Paulo é o estado que concentra o maior percentual de casos e óbitos. Minas Gerais, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul também estão entre os estados com maiores incidências e mortes.
Aqui no Rio de Janeiro, até o início de novembro, foram mais de 29.300 casos prováveis, 1.200 internações e 25 mortes. Um levantamento do Ministério da Saúde em cerca de 3.200 municípios mostra que 30% deles estão em situação de alerta para dengue, chikungunya e zika. As regiões com maior risco são Centro-Oeste, Nordeste e Norte do país.
Para 2026, um estudo da Fiocruz prevê cerca de 1,8 milhão de casos prováveis de dengue no país, ou seja, um cenário semelhante ao deste ano. Até 70% desses casos devem ocorrer na região Sudeste.
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