As doenças respiratórias lideram as hipóteses de diagnóstico nos atendimentos da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN -SUS) no Rio Grande do Sul. Ao todo, 21,9% dos pacientes apresentam esse tipo de afecção e 3.043 atendimentos tiveram esse tipo de desfecho. Na sequência, o ranking de hipóteses de diagnóstico é composto por atendimentos de rotina (18,6%), afecções gastrointestinais (9%), dengue (5,6%), trauma (3,6%) e leptospirose (3,4%). O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (13), no Centro de Operação de Emergência (COE) do Rio Grande do Sul. O panorama reúne informações registradas entre 5 de maio e 12 de junho. O secretário de Atenção Primária à Saúde do ministério, Felipe Proenço, reafirmou, hoje, que o Ministério da Saúde está monitorando os adoecimentos e prestando a assistência necessária. “Estamos atentos à dengue, leptospirose, acidente com animais e todas as doenças decorrentes da enchente”, frisou. Atendimentos A Força Nacional do SUS atendeu um total de 14,1 mil pessoas no Rio Grande do Sul, desde 5 de maio. O Ministério da Saúde mantém quatro hospitais de campanha em funcionamento: em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Nesta quinta, a FN-SUS iniciou os atendimentos na Ação Global Social (Aciso) em Eldorado do Sul, um dos muitos municípios gaúchos devastados pelas severas enchentes de maio. Dois médicos, dois enfermeiros e dois técnicos de enfermagem vão atender moradores da região. Os atendimentos continuam na sexta-feira (14). No local, foi montado uma farmácia móvel para facilitar a dispensação de medicamentos. O município tem cerca de 40 mil habitantes, teve 100% de sua área urbana alagada e precisou ser evacuada. Otávio AugustoMinistério da Saúde
13 de jun. de 2024
Doenças respiratórias lideram atendimentos da Força Nacional do SUS
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