Em Jornada Formativa, Secretaria de Paradesporto discute inclusão e anticapacitismo
Acessibilidade garante equiparação de oportunidades na educação, cultura, trabalho e no lazer Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
21/06/2024 19h18
Atualizado em 21/06/2024 20h42
Fotos: Ronaldo Caldas/MEsp




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Diálogos sobre inclusão de pessoas com deficiência e anticapacitismo foram os temas abordados na Jornada Inclusiva Formativa, realizada nas manhãs dos dias 17 e 21 de junho. O evento orientou e auxiliou servidores e colaboradores do Ministério do Esporte a compreender e trabalhar questões que envolvem as pessoas com deficiência (PCD). A jornada foi promovida pela Secretaria Nacional de Paradesporto (SNPAR), com apoio da Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom).
A Jornada Inclusiva Formativa é uma ação que pretende semear atitudes humanas que se comprometam com a inclusão de toda e qualquer pessoa, principalmente, aquelas que têm entre suas características humanas alguma deficiência. O encontro tenta estimular um olhar mais amplo e propor um letramento anticapacitista sob o olhar interseccional.
A primeira palestra, na segunda (17), foi conduzida pela diretora de Projetos Paradesportivos de Educação Lazer e Inclusão Social, Nayara Falcão, mulher que viveu todas as fases que o esporte proporciona até ser vítima, em 2014, de um quadro overtraining, que acarretou uma síndrome muito rara, a rabdomiólise, destruição parcial ou total das fibras musculares, que no seu caso foi total.
Para Nayara, é fundamental adotar uma abordagem interseccional na formulação de políticas e programas que garantam a plena participação e igualdade de oportunidades para esse grupo tão marginalizado. A diretora mostrou um pouco da história, entrada e evolução do esporte paralímpico no país, e o cenário desafiador que as pessoas com deficiência enfrentam para se firmarem como atletas.
“Estou confiante de que, ao unirmos nossos esforços e colaborarmos de maneira eficaz, poderemos alcançar avanços significativos na promoção dos direitos das pessoas com deficiência e na construção de uma sociedade verdadeiramente igualitária, equitativa, inclusiva e livre de discriminação”, afirmou.
Acessibilidade comunicacional
A segunda palestra abordou definições e dados estatísticos referentes à deficiência, às principais legislações aplicáveis, além de apresentar, com exemplos práticos, alguns recursos de acessibilidade a serem disponibilizados em ações de comunicação do Ministério do Esporte, como legenda descritiva, janela com intérprete de Libras e a audiodescrição.
“A acessibilidade comunicacional é crucial para promover a inclusão e garantir que todos possam se comunicar e receber informações de forma precisa e eficaz. Ela visa eliminar barreiras na comunicação, equiparando oportunidades e garantindo que todas as informações disponibilizadas ao público em geral sejam recebidas pelas pessoas com deficiência”, ressaltou Rodrigo Abreu, coordenador-geral de Articulação e Acompanhamento de Parcerias do Ministério do Esporte.
Outro tema apresentado na mesma palestra tratou da acessibilidade no sítio eletrônico e nas redes sociais do ministério, como também nos eventos, na comunicação interna e nos documentos disponibilizados ao público, iniciativas que facilitam o acesso das pessoas com deficiência e garante equiparação de oportunidades na educação, cultura, no trabalho e no lazer.
Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes




