O Ministério da Saúde realiza, nesta quarta-feira (19), às 14h, o webinário Reemergência da coqueluche no mundo. O objetivo é atualizar profissionais de saúde sobre a situação epidemiológica da doença no Brasil e no mundo, além de reforçar as medidas de vigilância e de imunização no país. O evento online é aberto ao público. Será transmitido ao vivo e terá emissão de declaração de participação. A reunião será conduzida pelo diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, uma vez que o controle da coqueluche está diretamente ligado à vacinação. “Em maio, a União Europeia constatou aumento da coqueluche em pelo menos 17 países. No Brasil, não identificamos surto, graças à vacinação, mas não podemos abaixar a guarda”, ressalta o diretor. No início do mês, a pasta divulgou Nota Técnica aos profissionais de saúde da área assistencial, recomendando a investigação de contatos de casos confirmados, oferta de tratamento oportuno, além de ampliação do uso da vacina Tríplice Bacteriana Acelular (dTpa) para profissionais de saúde que atuam em atendimentos de ginecologia, obstetrícia, pediatria, além de doulas e trabalhadores de berçários e creches com crianças até 4 anos. Prevenção A vacinação é a melhor prevenção contra a coqueluche, doença transmitida pela tosse, espirro ou até mesmo ao falar. No Brasil, a imunização contra coqueluche está disponível pelo Sistema Único de Saúde. O esquema vacinal é composto por três doses da vacina pentavalente (aos 2, 4 e 6 meses de vida), seguidas de reforços com a vacina Tríplice Bacteriana (DTP) aos 15 meses e aos 4 anos de idade. O SUS disponibiliza ainda, a vacinação de gestantes, puérperas e de profissionais da área da saúde com a dTpa. Em 2023, todas as vacinas contra coqueluche apresentaram aumento da cobertura vacinal, em comparação com ano de 2022. Swelen BotaroMinistério da Saúde
18 de jun. de 2024
Especialistas discutem aumento de caso de coqueluche no mundo
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12 de nov. de 2025 às 10h29
