Funarte lamenta a morte e honra a trajetória artística de Silene Farias
Ativista teve papel de destaque na preservação da cultura regional do Acre Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
09/01/2025 17h01
Silene Farias - Foto: Arquivo pessoal
A Fundação Nacional de Artes - Funarte lamenta a morte e reverência a trajetória de Silene Farias, um dos grandes nomes do teatro do estado do Acre, onde teve um papel de destaque na preservação das tradições regionais.
Nascida em Tarauacá, interior do estado, Maria Silene de Farias Franca iniciou seu envolvimento com o movimento cultural durante a juventude. Filha da poeta e atriz Maria Deusa, a profissional sempre esteve envolvida com a arte desde os anos 80, e possui diversas publicações como a obra “Bairro Quinze e Cidade Nova”, além de poesias conhecidas, como “Tupi Aquiri Tupi”. Ela era irmã do artista plástico Bab Franca e de Cícero e César Farias, alter ego do cantor Zé Jarina, com quem criou o grupo folclórico Jabuti Bumbá em 2005 para contar histórias tradicionais da Amazônia.
Em 1981 teve suas três primeiras poesias publicadas na “Coletânea de Poesias Acreanas”, uma coletânea independente lançada pela Companhia de Teatro 4º Fuso que reunia textos denunciando as condições sociais dos trabalhadores do campo e seringueiros. Anos depois publicou o poema 'O Bahia Tá Encantado' na Antologia dos Poetas Acreanos 1986, uma publicação da Fundação Cultural e Casa do Poeta Acreano.
Fundadora da Federação de Teatro do Acre (Fetacre), Silene foi também presidente da Fundação Cultural no governo Flaviano Melo (de 1987 a 1990) e presidente da Fundação de Cultura “Garibaldi Brasil”, no governo de Mauri Sérgio, na Prefeitura de Rio Branco, de 1997 a 2000.
A Funarte se solidariza com familiares, amigos e admiradores de Silene Farias.
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes
Tags: Funarte




