O ouvidor da Fundaj, Leonardo Vigolvino, e o auditor, Rafael Pacheco Meira, e participaram da ação
Na manhã terça-feira (14), a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) recebeu uma palestra sobre prevenção e combate aos assédios e discriminação no trabalho. Realizada por David Vilela, titular da Auditoria Interna do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), a palestra foi promovida pela Diretoria de Planejamento e Administração (Diplad) em parceria com a Ouvidoria e a Auditoria da Fundação. Teve como principal objetivo fortalecer um ambiente de trabalho que respeite a integridade dos trabalhadores.
Compuseram a mesa, junto a David Vilela, Aida Maria Monteiro Silva, diretora da Diplad, Veronilda Santos, presidenta do Comitê de Ética da Fundaj; Rafael Pacheco Meira, auditor da Fundaj; Leonardo Vigolvino, ouvidor da Fundaj e a coordenadora geral de Gestão de Pessoas, Mary Ann Pimentel. Aida Monteiro comentou que mulheres são, comumente, os maiores alvos de assédio em todos os ambientes, inclusive no trabalho. “Faço um destaque mesmo a nós mulheres, porque são temáticas que nos afetam muito mais de perto, devido à cultura patriarcal que muitas vezes não respeita a figura do ser humano, mas, principalmente a figura do ser humano mulher”, disse.
Dentre os pontos abordados, David Vilela ressaltou o uso de canais seguros e eficazes para denúncias e reclamações no ambiente de trabalho. Na Fundaj, as denúncias podem ser feitas à Comissão de Ética da Fundaj (comissao.etica@fundaj.gov.br), e à Ouvidoria da Fundaj (www.fundaj.gov.br/ouvidoria). Além disso, é possível realizar denúncias e reclamações através da Fala.BR, a Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação.
Leonardo Vigolvino, auditor da Fundaj, lembrou que é dever das instituições federais não apenas reprimir tais condutas, mas promover ativamente uma cultura de respeito aos direitos fundamentais de todos os servidores e colaboradores. “A integridade é um ato de consciência, há atitudes que podem ferir a dignidade de algum colega de trabalho e o nosso dever é agir para que isso não aconteça”, comentou. Diversos servidores e terceirizados da Fundaj participaram da ação, que culminou para uma exposição de casos e exemplos do que é considerado assédio e discriminação no ambiente de trabalho.



