Nesta quarta-feira (5), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, assinou memorandos de entendimento para a promoção do café brasileiro na maior rede de cafeterias da China, a Luckin Coffee. O documento também determina a criação de um hub de inovação brasileira em Xangai. As duas iniciativas foram pela Agência Brasileira de Promoção à Exportação (ApexBrasil). A Luckin Coffee, rede de café com mais de 16 mil lojas na China, é a principal importadora de café brasileiro no país. Por meio da parceria, a empresa se compromete a promover e comercializar ativamente o café brasileiro para seus clientes e parceiros. O acordo assinado prevê a compra de aproximadamente 120 mil toneladas de café brasileiro pela rede, no valor cerca de U$ 500 milhões. “Em 2022, o Brasil exportou US$ 80 milhões em café e no ano passado, foram US$ 280 milhões, praticamente quatro vezes mais que no ano anterior. Agora, só neste contrato com a Luckin Coffee, estamos falando de meio milhão de dólares, o que demonstra que o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, está abrindo mercados”, afirmou o vice-presidente. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esteve presente no ato de assinatura e destacou que as novas perspectivas no comércio exterior geram oportunidades de emprego dentro do Brasil. Também foi pontuado pelo ministro que a produção brasileira de café vive transformação, com foco cada vez maior na sustentabilidade. “O café é um dos destaques da produção brasileira. Vive um ciclo de renovação de melhoria, de qualidade, de sustentabilidade. Que isso se torne oportunidade”, disse Fávaro. O presidente da Agência Brasileira de Promoção a Exportação (ApexBrasil), Jorge Viana, destacou que o acordo de hoje é fruto do trabalho da agência por meio de programas como o ExportaMaisBrasil, ExportaMaisAmazônia e ExportaMaisNordeste. Alckmin também lembrou o valor social da bebida mais consumida no mundo depois da água. “O café é uma alternativa para o pequeno produtor, pois não é preciso ter milhares de hectares para produzir café, que é uma boa alternativa de renda para a agricultura familiar e o pequeno produtor de café orgânico. Este é um bom caminho, pois tem importância econômica e, também, social”. *Com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Informação à imprensa imprensa@agro.gov.br
05 de jun. de 2024
Governo Federal fecha acordo para promoção do café brasileiro na maior rede de cafeterias da China
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