Nesta quarta-feira (24), segundo dia de reunião da Assembleia Geral da ONU, outras duas guerras, na Ucrânia e no Congo, dominaram a pauta. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de não aceitar o cessar-fogo proposto para a região e afirmou que a resposta do mundo não tem sido suficiente para frear a guerra. E numa referência ao pedido de ajuda militar aos seus aliados, ressaltou que as armas ainda são necessárias para manter a paz.
Também ontem, o presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, usou a tribuna da Assembleia Geral das Nações Unidas para pedir que os estados-membros reconheçam o que classificou como um "genocídio silencioso" que atinge o povo congolês há mais de três décadas. Tshisekedi destacou que milhões de pessoas foram mortas, quase sete milhões estão deslocadas e comunidades inteiras foram destruídas em ataques sistemáticos.
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