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25/08/2026 19h19
O auditório da Escola de Guerra Naval (EGN) nesta segunda, 24 de agosto, foi o local de encontro para a abertura da Conferência Internacional Nuclear do Atlântico, INAC edição 2026. Com a presença de pesquisadores, representantes do governo, da indústria e de instituições do Brasil e do exterior, a mesa de abertura do evento discutiu o setor nuclear sob o tema “Energia Nuclear: Átomos para um Futuro Verde".
Participou virtualmente em vídeo de abertura o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, AIEA, Rafael Grossi, que na ocasião defendeu que não existe um caminho climático viável sem energia nuclear. O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da CNEN, Wilson Calvo, abordou a importância inovação e destacou o papel do ensino e da pós-graduação. Segundo o gestor é preciso unir dedicação, excelência e comunicação pública com transparência. Gestores das instituições públicas do setor estiveram presentes à abertura.
Um termo de estágio foi assinado entre Amazul, IEN/CNEN e o departamento de Engenharia Nuclear da Escola Politécnica da UFRJ, trazendo graduandos da universidade para desenvolver estágio no Instituto de Engenharia Nuclear, que dispõe do reator nuclear de pesquisas Argonauta.
Mais de 560 trabalhos foram submetidos à INAC 2026, envolvendo alunos de graduação e de pós-graduação. A utilização da energia nuclear e suas funcionalidades, tais como seu uso na medicina nuclear, na segurança alimentar e na proteção ambiental e na produção de radiofármacos, vão ser discutidas até o final do evento, na próxima sexta, 28.
A INAC acontece a cada dois anos e prevê a reunião de representantes do governo, pesquisadores, instituições e empresas privadas para tratar dos desafios da energia nuclear.
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