O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, pediu o fim imediato das hostilidades entre Israel, Estados Unidos e Irã. O chefe da ONU disse que lamenta profundamente que a diplomacia tenha sido desperdiçada e que a região e o mundo precisam de uma saída agora.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que as partes em conflito devem se abster de novos ataques e enfatizou a importância de se evitar uma escalada ainda maior.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que é preciso um retorno urgente ao processo político e diplomático com vistas à resolução de todas as questões entre os Estados Unidos, Israel e a República Islâmica do Irã com base nos princípios da Carta da ONU e do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
O governo chinês expressou profunda preocupação com os ataques contra o Irã e pediu um cessar-fogo imediato. Acrescentou que a soberania nacional, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas.
O presidente francês, Emmanuel Macron, alertou que a guerra tem sérias consequências para a paz e a segurança internacionais e disse que a França está pronta para defender os países do Golfo dos ataques iranianos.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, disse que rejeita o que chamou de ação militar unilateral dos EUA e de Israel, que, segundo ele, representa uma escalada que só contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil.
O Papa Leão XIV afirmou que está acompanhando com profunda preocupação os acontecimentos no Oriente Médio. “A estabilidade e a paz não se constroem através de ameaças mútuas ou através de armas, mas apenas através de um diálogo razoável, genuíno e responsável”, disse o Papa durante seu discurso semanal aos peregrinos na Praça de São Pedro, após a oração de domingo.
Compartilhar:

