O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, discursou na manhã desta quinta-feira (13), na abertura do fórum inaugural da Coalizão Global pela Justiça Social, durante a Conferência Internacional do Trabalho (CIT), em Genebra, na Suíça. O encontro foi aberto pelo diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Gilbert Houngbo, que compartilha o comando da Coalisão com o ministro Luiz Marinho. O Fórum tem um segmento de alto nível e sessões de trabalho temáticas, durante a Conferência Internacional do Trabalho (CIT). “O compromisso do Brasil com a justiça social e a promoção do trabalho decente para todos vem de longa data. Em 2024, estamos reforçando, com ações concretas, nosso engajamento com os princípios e direitos do trabalho defendidos pela OIT”, disse Luiz Marinho. O ministro saudou a participação do presidente Lula no encontro. “Tenho a honra de anunciar que o presidente Lula decidiu viajar a Genebra especialmente para participar deste Fórum e, dessa maneira, fortalecer a contribuição do Brasil para a justiça social, em particular para a luta contra a pobreza e a fome em todo o mundo, bem como o enfretamento de todas as formas de desigualdade, discriminação e exclusão no mundo do trabalho e na sociedade”, disse Luiz Marinho. Ele lembrou que a história de vida do presidente Lula está vinculada à luta pela justiça social. “Essa é a missão de toda a sua vida”, declarou. O presidente Lula participa da cerimônia de encerramento do encontro no final do dia, juntamente com o presidente do Nepal, Ram Chandra Paudel. A Coalizão Global pela Justiça Social foi lançada em 2023 e já conta com mais de 250 membros, incluindo governos, organizações de trabalhadores e empregadores, organizações multilaterais e nacionais e instituições financeiras, organizações acadêmicas e ONGs internacionais. O objetivo é discutir questões temáticas relacionadas à justiça social, os desafios, oportunidades e possíveis soluções para avançar na consecução dos objetivos da Coalizão. Segundo Luiz Marinho, a presença do Brasil na copresidência da Coalizão Global para a Justiça Social, ao lado do diretor-geral Gilbert Houngbo, é mais uma demonstração do firme comprometimento do governo brasileiro com os valores fundamentais do trabalho. “Como preceitua a estratégia da OIT, devemos ter uma visão centrada no ser humano e não podemos deixar ninguém para trás”, destacou. “Reconhecemos que a tecnologia pode empoderar ou prejudicar trabalhadores. Se forem democratizadas, distribuídas e acessíveis, as novas tecnologias podem ser usadas para melhorar a vida de todos, o que é inclusive uma das nossas prioridades na presidência do G20”, avaliou Luiz Marinho. Segundo ele, elas poderiam servir ao conjunto da sociedade. “Mas o que vemos geralmente é o uso da tecnologia como forma de precarizar o trabalho e aumentar os lucros, sendo apropriada por poucos e, consequentemente, aumentando a desigualdade”, pontuou. “Nesse espírito, ressalto que o Brasil também está acompanhando de perto os pleitos de reforma da governança do sistema multilateral, outra prioridade para o G20, estabelecida pelo presidente Lula. Na OIT, desejamos maior equilíbrio regional, inclusive no sistema de supervisão normativa, e estamos atentos ao expressivo número de ratificações da emenda de 1986 à Constituição da organização”, finalizou o ministro. Leia aqui a íntegra do discurso do ministro Luiz Marinho durante a abertura do fórum inaugural da Coalizão Global pela Justiça Social, em Genebra, na Suíça.
13 de jun. de 2024
Luiz Marinho abre fórum inaugural da Coalizão Global pela Justiça Social, em Genebra
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Políticas Ativas de Emprego
Ministro Luiz Marinho abre etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho em Belo Horizonte
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, inaugurou a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (CNT) em Belo Horizonte, reunindo governo, trabalhadores e empregadores para discutir desafios e propor políticas para promover o trabalho decente. Marinho destacou a importância do diálogo social e a necessidade de enfrentar problemas como a baixa remuneração e a falta de qualificação. O evento, que ocorre em várias regiões do Brasil até dezembro, visa construir diretrizes para um novo ciclo de desenvolvimento com justiça social e melhores condições de trabalho.
18 de nov. de 2025 às 14h36
