Na manhã desta quarta-feira (1º) , o presidente Lula disse que vai fazer o possível para que os preços não aumentem no Brasil por causa da guerra. Lula está em Fortaleza, onde participa da inauguração das obras do campus do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) no Ceará.
O investimento no campus cearense do ITA do Ceará é de quase R$ 500 milhões. E é um anseio antigo do estado, já que o fundador do ITA foi um cearense, e os cearenses ocupam cerca de 40% de todas as vagas do Instituto da Aeronáutica, um dos principais das Américas.
Durante o lançamento, o presidente Lula também fez um balanço do Programa Pé-de-Meia, que completou 2 anos, mostrando que os números são excelentes. O programa conseguiu reduzir três índices que eram preocupantes no ensino médio: a reprovação, a evasão escolar e a diferença entre a idade e o ano em que os alunos estavam cursando.
Mais cedo, Luciana, o presidente Lula, já em solo cearense, concedeu uma entrevista exclusiva à TV Cidade Fortaleza, onde falou de diversos assuntos, entre eles, o impacto da guerra no Irã aqui no nosso país. O presidente garantiu que está trabalhando ininterruptamente para que os impactos negativos não cheguem aqui, não cheguem aos postos de combustíveis, ou seja, não cheguem ao bolso dos brasileiros.
“Nós vamos fazer o que estiver ao alcance do governo para não permitir que a guerra do “seu” Trump e a guerra do “seu” Netanyahu contra o Irã não aumente o preço do feijão, não aumente o preço da alface, não aumente o preço da salada, o preço da carne de bode aqui pro povo do Nordeste. Acontece que, como você tem gente mau-caráter nesse país, tem gente que tá mesmo recebendo para não aumentar, tá aumentando. Então, nós estamos com a Polícia Federal, estamos com todos os Procons estaduais, tudo fiscalizando, porque nós vamos ter que colocar alguém na cadeia.
[Essa fiscalização] tá ativa. Sabe, a minha ordem é para a estrada, a minha ordem é no posto de gasolina e na distribuidora. Porque, se a gente tivesse distribuidora, a gente controlava, porque a Petrobras baixa o preço na Petrobras, mas não chega na bomba."
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