Mais de dez imóveis seguem interditados, quase duas semanas depois da explosão de uma casa que armazenava fogos de artifício na Zona Leste de São Paulo. Uma pessoa morreu e 10 ficaram feridas no acidente.
Quase duas semanas depois da explosão, continua destruída a casa onde tudo aconteceu, no bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Nas casas vizinhas, as marcas da explosão estão por toda a parte.
A explosão aconteceu no dia 13 de novembro. As imagens impressionam. Foi formada uma nuvem em formato de cogumelo, semelhante à de uma bomba. Segundo a Defesa Civil, os efeitos foram sentidos em um raio de cerca de 3 km. Mas, ao redor das casas, os estragos foram maiores. Telhados, portas e janelas foram arrancados. Estilhaços de vidro por toda parte. Muitas casas tiveram rachaduras. Dez pessoas saíram feridas. O responsável pela explosão morreu. Ele armazenava, ilegalmente, explosivos em casa para a prática de soltura de balões.
Ontem (24), o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Militar realizaram uma operação para coibir a soltura de balões. Foram identificados 28 suspeitos como os principais responsáveis pela confecção e soltura de balões de grande porte.
No dia seguinte à explosão, 23 imóveis chegaram a ficar interditados. Hoje, segundo a prefeitura de São Paulo, ainda são 13, 11 deles completamente. Seis famílias que não têm rede de apoio passaram a receber auxílio emergencial no valor de R$ 1 mil cada.
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