Vencedores serão premiados nesta quinta-feira (11), durante a 13º Conferência Nacional dos Direitos Humanos, em Brasília (DF)
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), divulgou a relação dos finalistas do 1º Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Direitos Humanos (Prêmio Pesquisa-DH) que distribuirá R$ 135 mil em premiações. A iniciativa reconhece e valoriza pesquisas, práticas e projetos voltados à produção e ao uso de evidências em direitos humanos no Brasil.
A cerimônia oficial de premiação ocorrerá nesta quinta-feira (11), durante a programação da 13º Conferência Nacional dos Direitos Humanos (ConDH), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).
O Prêmio Pesquisa-DH contempla três categorias distintas que dialogam com as prioridades de políticas públicas do MDHC:
• Pesquisa em Direitos Humanos – voltada à produção acadêmica situada entre os temas prioritários do ministério;
• Tradução do Conhecimento em Direitos Humanos – destinada a iniciativas de divulgação científica que tornem os resultados acessíveis;
• Políticas de Direitos Humanos Informadas por Evidências – direcionada a experiências de gestão pública ou da sociedade civil guiadas por dados, indicadores e informações.
A avaliação dos trabalhos foi realizada por Comissão Julgadora composta por representantes do MDHC, do CNPq e da Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos (ReneDH), considerando aderência à Agenda de Prioridades, mérito científico, relevância social e aplicabilidade prática em políticas públicas.
Finalistas
Ao todo, foram classificados três finalistas para cada uma das categorias. Confira a lista por ordem alfabética:
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Debora Diniz Rodrigues (UnB): “Meninas fora da lei: etnografia, cartas e literatura em uma unidade socioeducativa de internação”
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Mayane Batista Lima (UFAM): “Racismo codificado e direitos humanos: reconhecimento facial como dispositivos de exclusão”
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Marcelo Ryngelblum (USP): “Oportunidades perdidas: contatos de adolescentes vítimas de homicídio com instituições do Estado”
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André Bakker da Silveira (Instituto Aurora): “Panorama da Educação em Direitos Humanos no Brasil”
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Laura dos Santos Boeira (Instituto Veredas): “Resposta rápida – Tempo de Tela para Crianças e Adolescentes”
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Luciana Hartmann (UnB): “Rede Infâncias Protagonistas: migração, arte e educação”
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Daniel Veloso Hirata (UFF): “Projeto Mirante”
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Luanna Tomaz de Souza (UFPA): “Programa de empregabilidade e formação LGBTI+ do ICJ/UFPA”
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Maria do Amparo Monteiro de Melo Seibel (Sedes/MA): “A qualificação do atendimento pós-resgate de vítimas de trabalho escravo no Maranhão: uma política informada por dados e evidências”
Compromisso com políticas de evidências
Nos últimos anos, o MDHC deu passos importantes em relação ao compromisso com políticas informadas por evidências com a criação do Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH) e da própria ReneDH, além da publicação da Agenda de Prioridades, que orienta os temas centrais para o desenvolvimento de estudos e pesquisas.



