O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça retirou o sigilo de parte dos documentos no fim da noite dessa quinta-feira (10), após pedido do presidente da Corte, Edson Fachin. O objetivo é subsidiar os demais ministros com informações para a sessão extraordinária marcada para a próxima terça-feira, que vai tratar da crise do STF.
O material do Caso Master, até então sigiloso, revela como a Polícia Federal chegou a informações já divulgadas, como as supostas relações de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes e o pedido de abertura de investigação contra o senador Flávio Bolsonaro por supostos crimes cometidos no financiamento do filme sobre a vida de Jair Bolsonaro.
Fachin recebeu ministros a portas fechadas
Essa quebra de sigilo do inquérito do Caso Master foi um pedido do presidente do STF, Edson Fachin, para que os demais ministros cheguem na reunião plenária da próxima terça-feira com informações detalhadas do processo. Assim, eles vão ter conteúdo para discutir eventual abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e contra André Mendonça. A requisição para levantar o sigilo veio após uma série de reuniões de Fachin, que tenta conter a crise da Corte.
Mantido sigilo de investigações em curso
O repórter Glauco de Queiroz explica que nem todas as investigações do inquérito do Banco Master foram liberadas.
Crise no STF: sessão de terça-feira será sobre Moraes e Mendonça
O material será analisado pelos ministros do Supremo na terça-feira (15), quando haverá uma reunião plenária extraordinária. A repórter Kelly Oliveira traz os detalhes.
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