Evento acadêmico foi focado nos aspectos técnicos da energia solar fotovoltaica
O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (5/10), do 5º Seminário Nacional Cigre de Energia Solar Fotovoltaica. A diretora substituta do Departamento de Transição Energética do MME, Patrícia Naccache, destacou as perspectivas para o desenvolvimento da economia do hidrogênio no Brasil.
De acordo com a representante do MME, o hidrogênio de baixo carbono figura como uma das soluções tecnológicas consideradas nos cenários de neutralidade de carbono até 2050 propostos para o Brasil, sinalizando algumas oportunidades para a criação de demanda doméstica para o seu uso como vetor energético.
“O hidrogênio também tem sido visto como uma solução tecnológica elevante para a descarbonização da indústria, nos setores hard-to-abate. No Brasil, os segmentos de metalurgia e cimento foram responsáveis por 52% das missões de GEE do setor industrial brasileiro”, destacou Naccache.
A diretora substituta citou ainda hidrogênio para produção de novos combustíveis e fertilizantes verdes, o Brasil como mercado exportador de
Hidrogênio de baixo carbono e o potencial técnico brasileiro. Além disso, Naccache lembrou sobre as ações do Programa Nacional do Hidrogênio, coordenado pelo MME.
O objetivo do evento é fazer um balanço da evolução tecnológica da energia solar fotovoltaica e sua integração com outros recursos energéticos distribuídos. O evento acadêmico foi focado nos aspectos técnicos da energia solar fotovoltaica que teve início em 2018. O tema central foi a expansão da energia solar fotovoltaica no Brasil.
Assessoria Especial de Comunicação Social

