O ex-presidente Jair Bolsonaro foi autorizado a cumprir a pena em casa após receber alta do hospital em Brasília, até o fim da semana. O pedido de prisão domiciliar foi atendido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão foi publicada nessa terça-feira (24), após solicitação da defesa de Bolsonaro e recomendação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O benefício vale inicialmente por 90 dias e foi concedido em razão do quadro de saúde do ex-presidente.
Durante o período de prisão domiciliar, Bolsonaro voltará a ser monitorado por tornozeleira eletrônica e ficará proibido de receber visitas, com exceção de familiares, médicos e advogados. Ele também não poderá usar celular, gravar vídeos ou acessar a internet.
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