O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a decisão que mandou a júri popular os PMs responsáveis pela morte de do jovem Marco Aurélio Cárdenas Acosta, em novembro de 2024, na capital paulista. O TJ negou recurso da defesa dos policiais, que alega legítima defesa.
Marco Aurélio tinha 22 anos, era estudante de medicina e cantor de funk. Ele foi abordado por dois policiais militares, na frente de um hotel na zona sul de São Paulo. O PM Guilherme Augusto Macedo o segura pelo braço, com a arma apontada para o estudante.
O segundo PM, Bruno Carvalho do Prado, se aproxima e o chuta. Marco Aurélio segura o pé dele, quando Guilherme atira à queima-roupa. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu.
A defesa dos PMs alega que eles agiram em legítima defesa. Mas o Tribunal de Justiça reconheceu que existem elementos para que eles sejam julgados por homicídio por motivo torpe, e recurso que dificultou a defesa da vítima. Os PMs respondem em liberdade.
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