Amanhã, Sexta-feira Santa (3), é dia dos cristãos relembrarem a Paixão de Cristo. Em Nova Jerusalém, no agreste pernambucano, a celebração acontece no maior teatro a céu aberto do mundo. Uma grande história merece ser contada de forma grandiosa. E grandiosidade é o que define o espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém, uma cidade-teatro inteiramente construída para a encenação.
Em 2026 a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém completa 57 edições. A data especial marca o centenário do visionário que criou o espetáculo, Plínio Pacheco. A aposta deu certo e colocou a pequena Fazenda Nova no mapa do turismo mundial. A grandiosidade da montagem também se reflete no elenco e no papel de Jesus, Dudu Azevedo.
Por lá, o público e atores se deslocam entre os cenários. O visitante acompanha cada passagem de perto como se fosse uma testemunha ocular da narrativa bíblica. A cada cena, uma nova emoção.
Se tem quem vem sempre e repete a visita, também há quem chega pela primeira vez.
A novidade desta edição está no avanço da tecnologia. A última cena, marcada pela ascensão do Salvador aos céus, leva Jesus a uma altura impressionante e, como no relato bíblico, ele desaparece aos olhos do público.
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