Lionel Messi se despede, nesta terça-feira (6) da seleção argentina. Aos 39 anos, o craque encerra uma trajetória de mais de duas décadas no futebol e uma história de títulos que ganhou seu capítulo mais importante com a camisa argentina. Depois de conquistar a Copa do Mundo de 2022, Messi completou a coleção de grandes troféus e consolidou o nome entre os maiores da história do futebol.
Hoje Messi vive cercado de amigos, uma boa e merecida vida no Inter Miami. É o futebol em ritmo de cruzeiro. Mas o começo foi de renúncia. Tinha só 13 anos quando trocou a Argentina pela Espanha e a infância pelo Barcelona. Viveu grandes momentos na terra de Gaudí. Dos passes de Ronaldinho Gaúcho ao mágico time de Guardiola, para muitos, o melhor desde o Santos de Pelé.
O pai de Messi apostou as fichas da família no garoto franzino e ganhou o planeta: oito Bolas de Ouro e oito vezes o melhor do mundo pela Fifa. Faltava a Argentina. "Pecho frío", diziam "los hermanos". Que jamais alcançaria o mito de Maradona.
Cansado de bater na trave com a seleção, disse adeus em 2016. Voltou atrás. Voltou para ganhar a América, o mundo e ser santificado. Foram 207 jogos, 125 gols e o nome gravado na eternidade.
Lionel Messi, o dono do século XXI. Ao final, se ele alcançou Maradona? Para muitos, Messi o superou.
Logo mais, no Monumental, ele se despede da seleção argentina contra o Benin.
Um capítulo inteiro do futebol se encerra hoje. E, ao contrário do final amargo de Cristiano Ronaldo em Portugal, Messi terá a glória de um final feliz com a sua seleção.
Compartilhar:
