Uma operação das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro contra o avanço territorial do Comando Vermelho prendeu 17 pessoas. O objetivo é desarticular a maior facção criminosa do estado.
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Uma operação das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro contra o avanço territorial do Comando Vermelho prendeu 17 pessoas. O objetivo é desarticular a maior facção criminosa do estado.
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Uma megaoperação das polícias civil e militar no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho resultou em pelo menos sete mortes durante confrontos em diversas comunidades. A ação visa conter a expansão da organização criminosa em áreas como Itanhangá, Muzema, Praça Seca, Cidade de Deus e Gardênia Azul, além de operações em Vila Kennedy, Morro do 18 e Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias. Mais de 500 agentes estão envolvidos na operação, que está sendo finalizada em algumas regiões.
Uma operação da Polícia Civil da Bahia prendeu 35 suspeitos de envolvimento com o Comando Vermelho (CV) nesta terça-feira (4). A ação, chamada Operação Freedom, visou desarticular o núcleo armado e financeiro da facção e contou com apoio da Polícia Militar e Federal. Um homem foi morto ao reagir à abordagem policial. A operação, que se baseia em investigações iniciadas em 2022, resultou no cumprimento de mais de 90 mandados judiciais e no bloqueio de 51 contas bancárias ligadas aos investigados.
Uma operação das polícias Militar e Civil no Rio de Janeiro resultou na morte de 18 suspeitos e na prisão de 56 pessoas nos Complexos da Penha e do Alemão. Mobilizando 2,5 mil policiais, a ação visa capturar líderes do crime organizado e impedir a expansão do Comando Vermelho. O governador Cláudio Castro não divulgou o número de policiais mortos ou feridos, pois a operação ainda está em andamento. A ação é fruto de mais de um ano de investigações e mandados de prisão.
O Rio de Janeiro registrou diversas operações policiais com alta letalidade, principalmente na zona norte, evidenciando a ineficácia do estado no combate ao tráfico de drogas. As operações, especialmente no complexo do Alemão e da Penha, deixaram marcas profundas na memória dos moradores. O governo estadual afirmou que a operação mais letal foi planejada por um ano e contou com 2,5 mil policiais e apoio do Ministério Público, visando prender membros do Comando Vermelho, a principal facção do estado.