"As quatro novas exposições no Paço Imperial apresentam a produção recente de artistas de diferentes gerações, incluindo obras recentes de 13 artistas, além de trabalhos de aquisição institucional, instalações e obras a partir de Daniel Senise", comenta a diretora do Paço Imperial, Cláudia Saldanha.
Serviço:
Mais informações para a imprensa Assessoria de Comunicação Iphan - comunicacao@iphan.gov.br Ana Carla Pereira – carla.pereira@iphan.gov.br
Já na individual "Micélio: Entre o fim e o começo de tudo", com curadoria de Clara Pignaton, Kyria Oliveira apresenta esculturas em feltro desenvolvidas a partir de sua pesquisa sobre o micélio, a complexa rede subterrânea formada por fungos que conecta diferentes organismos da floresta. Ao transpor esse sistema vivo para o campo da arte, a artista propõe uma reflexão sobre interdependência, resistência e novas formas de compreender as relações entre matéria, natureza e existência.
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Entrada gratuita
A coletiva "Nordeste expandido: estratégias de (ré)existir" reúne obras de artistas dos estados que compõem a área de atuação do Banco do Nordeste. Com curadoria geral de Jacqueline Medeiros e assistência de Cecília Galindo, a exposição toma como ponto de partida a diversidade cultural da região para discutir pertencimento, ancestralidade, deslocamentos e modos de vida. As obras estão distribuídas em quatro núcleos, inspirados em canções de artistas nordestinos, que aproximam saberes tradicionais, experiências urbanas, questões sociais e diferentes paisagens do Nordeste.
Novas exposições de arte contemporânea no Paço Cultural Abertura: 4 de julho, às 11h Visitação: até 6 de setembro de 2026 Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48 - Centro, Rio de Janeiro Funcionamento: terça a domingo e feriados, das 12h às 18h
Completa a programação a coletiva "Ecologias do Corpo", com curadoria de Ana Carolina Ralston. A mostra parte da ideia de corpos em permanente transformação. Inspirada em narrativas mitológicas de diferentes culturas, a exposição investiga a metamorfose como possibilidade estética e política, apresentando trabalhos que tensionam fronteiras entre humano, natureza e imaginação.
A programação segue com o retorno de Daniel Senise ao Paço Imperial, onde o artista realiza uma exposição individual após três décadas. Em "Os dois lados da janela", com curadoria de Pollyana Quintella, são apresentados cerca de 60 trabalhos produzidos entre os anos 2000 e a atualidade, incluindo obras inéditas. Distribuída por todas as salas do primeiro andar, a mostra reúne obras organizadas por afinidade, em vez de uma sequência cronológica, estabelecendo diálogos entre diferentes momentos da produção de um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira.
O Paço Imperial - unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro (RJ) - inaugura, no próximo sábado, 4 de julho, a partir das 11h, uma nova programação de exposições com quatro mostras que ocupam diferentes espaços do centro cultural. Com entrada gratuita, a programação propõe reflexões sobre território, identidade e as múltiplas formas de existir na contemporaneidade.





