A Polícia Federal realiza uma operação para desarticular uma quadrilha que captava ilegalmente, adulterava e vendia dados sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, o grupo teria obtido o material por meio de acesso indevido a sistemas digitais. Pelo menos cinco pessoas foram presas.
Em nota, a PF informou que a organização criminosa é especializada na obtenção, adulteração, comercialização e disseminação de dados pessoais e sensíveis provenientes de bases governamentais e privadas. Ainda não se sabe quais ministros foram vítimas do grupo.
Ao todo, são cumpridos cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. As ordens partiram do STF, onde o ministro Alexandre de Moraes é relator de um inquérito sigiloso sobre o caso. Se condenados, os investigados podem responder por organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.
Compartilhar:
