A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiram o planejamento operacional para as eleições deste ano. As regras estabelecem ações de fiscalização e patrulhamento nas rodovias federais, restringindo bloqueios e abordagens de veículos. O objetivo é garantir a mobilidade e a segurança dos eleitores no dia da votação.
O TSE e a PRF lançaram uma portaria conjunta sobre a atuação nas eleições. A intenção é alinhar as ações da Polícia Rodoviária Federal ao Código Eleitoral, que restringe a prisão de eleitores e candidatos nos cinco dias anteriores às eleições. Há exceções, como em caso de flagrante, mas a portaria estabelece que as ações de policiamento e fiscalização não podem dificultar o deslocamento dos eleitores.
As abordagens de veículos ficam restritas a situações que coloquem em risco a vida ou a segurança das pessoas. Bloqueios em rodovias federais precisam ser justificados ao Tribunal Regional Eleitoral da região.
Em 2022, durante as eleições gerais, foram realizadas blitzes que dificultaram o deslocamento de eleitores, especialmente no Nordeste. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, foi condenado à prisão, acusado de ordenar esses bloqueios.
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