Para o ministro Paulo Pereira, o fortalecimento da indústria nacional e dos pequenos negócios faz parte de uma mesma estratégia de desenvolvimento. “Não existe reindustrialização forte sem uma cadeia produtiva forte. As micro, pequenas e médias empresas participam da produção, da inovação, da prestação de serviços e da geração de empregos em todos os setores da economia. Quando ampliamos o crédito e investimos na indústria brasileira, criamos oportunidades para milhões de empreendedores que ajudam a movimentar a economia em todas as regiões do país”, afirmou.
Durante o encontro, foram discutidos temas como a ampliação do acesso ao crédito, a modernização dos mecanismos de financiamento, a transformação digital dos serviços financeiros e o papel das políticas públicas na redução das desigualdades regionais e no estímulo ao empreendedorismo. As micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e as cooperativas foram apontadas como pilares estratégicos para a geração de empregos, renda e desenvolvimento regional, reforçando a importância de iniciativas que ampliem sua capacidade de investimento, inovação e crescimento sustentável.
Segundo o ministro, instituições de fomento como o BNDES desempenham papel decisivo nesse processo. “O Brasil tem uma enorme vocação empreendedora. O papel das políticas públicas é garantir que quem produz, investe e empreende tenha acesso às condições necessárias para crescer, inovar e competir. Fortalecer os pequenos negócios, as cooperativas e a indústria nacional significa fortalecer o desenvolvimento regional, gerar empregos de qualidade e construir uma economia mais moderna, inclusiva e sustentável”, concluiu.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, participou, nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, do evento “BNDES 74 anos – Um novo Banco para construção de um Novo Mundo”, no Teatro BNDES. A agenda reuniu o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e outras autoridades do governo federal. Participaram também representantes de instituições financeiras, cooperativas, lideranças empresariais e especialistas do setor produtivo para debater os rumos do desenvolvimento econômico do Brasil, com foco em inovação, inclusão produtiva, competitividade e sustentabilidade.
O evento também destacou o anúncio do governo federal de reforço de R$ 140 bilhões para a Nova Indústria Brasil (NIB), elevando para R$ 892 bilhões o volume de recursos mobilizados para impulsionar a inovação, a modernização produtiva, a transição ecológica e a competitividade da economia brasileira. A medida amplia a capacidade de financiamento de projetos estratégicos e fortalece a integração entre indústria, tecnologia, infraestrutura e desenvolvimento regional.




