Rebeca garante prata no salto e se iguala aos maiores medalhistas do Brasil em Jogos Olímpicos
Ginasta agora soma cinco pódios olímpicos: um ouro, três pratas e um bronze. Desde 2012, ela é apoiada pelo Programa Bolsa Atleta Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
03/08/2024 14h14
Atualizado em 03/08/2024 14h15
Rebeca com a prata ao lado de Biles (ouro) e Carey (bronze). Foto: Will Meira/MEsp
O Brasil agora tem uma mulher entre os maiores medalhistas olímpicos do país na história. Rebeca Andrade conquistou a prata no salto, neste sábado (03/08), na Arena Bercy, em Paris, e chegou a incríveis cinco pódios em Jogos Olímpicos, se igualando a Robert Scheidt e Torben Grael, ambos da vela.
Rebeca já soma três medalhas nos Jogos Olímpicos em Paris. Ela conquistou o bronze com a equipe brasileira, a prata no individual geral e agora, com a prata no salto, chega a cinco medalhas olímpicas na carreira. Em Tóquio 2020, Rebeca foi ouro no salto e prata no individual geral. Apoiada pelo programa Bolsa Atleta desde 2012, Rebeca agora tem um ouro, três pratas e um bronze em Jogos Olímpicos.
A quinta medalha da atleta paulista de 25 anos veio depois de uma apresentação perfeita na prova do salto. Sexta a se apresentar, Rebeca fez dois saltos: um Cheng e um Amanar. Pelo primeiro recebeu 15.100 de nota. O segundo lhe rendeu 14.833. Com isso, ficou com 14.966 de média. O problema é que havia uma tal de Simone Biles na disputa. A norte-americana conseguiu a média de 15.300 e acabou ficando com o ouro. Jade Carey, também dos Estados Unidos, foi bronze.
Rebeca Andrade comemora sua quinta medalha em Jogos Olímpicos. Foto: Will Meira/MEsp
Mais finais pela frente
O resultado de Rebeca a coloca junto de lendas olímpicas do Brasil, como Scheidt (dois ouros, duas pratas e um bronze) e Torben Gradel (dois ouros, uma prata e dois bronzes). Mas Rebeca ainda disputa duas finais em Paris e pode ultrapassá-los. Na segunda-feira (05/08), a brasileira faz as finais do solo e da trave.
“Tô ficando gigante, né? Isso é muito legal, mas poder representar e ser um orgulho, ser referência, é algo que eu vou levar pra sempre comigo. Coisas que ninguém vai tirar da gente, faz parte da gente, sabe? Então, quando alguém olha pra mim e fala ‘eu assisti você e eu senti isso’, ‘a minha filha te adora’ e ‘meu sobrinho fez isso’, chega arrepia, assim, sabe? Realmente é um orgulho e uma honra fazer ter o meu nome relacionado a isso e espero continuar crescendo cada vez mais”, disse a multimedalhista olímpica depois da prova.
Aos 25 anos, Rebeca é apoiada pelo Bolsa Atleta desde 2012, quando entrou na categoria Internacional do Programa. Em 2015, ela subiu para a categoria Pódio, a mais alta, reservada a atletas que estão na elite mundial de seus esportes. Ao longo desse tempo até hoje, mais de R$ 1,3 milhão foi investido na ginasta. Os resultados comprovam a importância do apoio do Governo Federal no esporte brasileiro.
Assessoria de Comunicação
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes




