Durante abertura da mostra, Arthur Chioro ressaltou o compromisso dos hospitais universitários com a ciência, o SUS e a defesa da vida.
Exposição promovida pelo Ministério da Saúde resgata a memória da pandemia e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde e das instituições públicas. Fotos: Rafael Nascimento/MS.
Exposição promovida pelo Ministério da Saúde resgata a memória da pandemia e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde e das instituições públicas. Fotos: Rafael Nascimento/MS.
Exposição promovida pelo Ministério da Saúde resgata a memória da pandemia e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde e das instituições públicas. Fotos: Rafael Nascimento/MS.
Exposição promovida pelo Ministério da Saúde resgata a memória da pandemia e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde e das instituições públicas. Fotos: Rafael Nascimento/MS.
Exposição promovida pelo Ministério da Saúde resgata a memória da pandemia e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde e das instituições públicas. Fotos: Rafael Nascimento/MS.
Brasília (DF) – A participação da Rede HU Brasil na preservação da memória da pandemia de covid-19 ganhou destaque nesta terça-feira (26), durante a abertura da exposição “A Infinita Memória da Pandemia: a história da covid-19 por todos nós brasileiros”, no Shopping Conjunto Nacional, em Brasília. A cerimônia contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do presidente da Rede HU Brasil, Arthur Chioro.
Promovida pelo Ministério da Saúde, a intervenção artística multimídia reúne dez estações imersivas dedicadas à construção da memória coletiva sobre a pandemia no Brasil. A mostra homenageia as mais de 700 mil vidas perdidas para a covid-19 e reconhece o trabalho dos profissionais de saúde, das instituições públicas e das redes de solidariedade que atuaram em um dos períodos mais desafiadores da história recente do país.
Durante o lançamento, Padilha destacou o fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a importância da vacinação no país. “Todos os estudos mostram que pelo menos metade das mortes seriam evitadas por meio da vacina”, afirmou.
Arthur Chioro ressaltou a importância de preservar a memória da pandemia como um compromisso com a vida e com o fortalecimento das políticas públicas de saúde. “Esse movimento de preservação da memória representa respeito à vida e à história de milhares de famílias brasileiras. É um momento que nos conclama a nunca mais permitir que a nossa nação e que os nossos amores sejam expostos desnecessariamente ao que nós vivemos durante a pandemia de covid.”, afirmou.
Chioro também destacou o papel das universidades públicas e dos hospitais universitários federais no enfrentamento da covid-19. “Essas instituições tiveram atuação decisiva durante a pandemia. Profissionais da saúde, da educação e da pesquisa colocaram suas forças, suas vidas à disposição do atendimento aos pacientes, aos familiares, à produção de conhecimento que foram fundamentais para que nós pudéssemos minimizar o impacto e, acima de tudo, vencer a luta contra a covid”, destacou.
Atuação da Rede HU Brasil
Durante a pandemia, a Rede HU Brasil acompanhou mais de 128 mil casos do novo coronavírus em 38 hospitais universitários federais. Desse total, 40.605 casos foram confirmados e 5.465 evoluíram para óbito.
A atuação se destacou pelo apoio técnico, assistencial e estratégico aos hospitais universitários federais e ao Sistema Único de Saúde. Entre as principais iniciativas estiveram a elaboração de planos de contingência para orientar os serviços hospitalares, a articulação nacional para transferência de pacientes durante a crise de oxigênio em Manaus, além do apoio logístico para aquisição de insumos essenciais em um cenário de escassez mundial.
A Rede também teve papel relevante na ampliação da testagem, na capacitação de profissionais e na organização da retomada segura das atividades assistenciais nos HU’s. Além disso, os hospitais universitários participaram de iniciativas de pesquisa, inovação e disseminação de boas práticas no enfrentamento da covid-19, com destaque para estudos relacionados às vacinas, ações de imunização e desenvolvimento de tecnologias assistivas, como o capacete Elmo, entre outras experiências apoiadas ao longo da pandemia. A atuação integrada foi fundamental para fortalecer a resposta do SUS em um momento crítico da saúde pública brasileira.
Saiba a exposição
A exposição ficará em Brasília entre os dias 26 e 28 de maio. Depois, seguirá para São Paulo, Fortaleza, Manaus e Porto Alegre, antes de integrar permanentemente o acervo do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), no Rio de Janeiro.
É a primeira exposição itinerante após a reinauguração do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS). A iniciativa foi desenvolvida a partir do Memorial Digital da Pandemia de covid-19, construído em parceria entre o Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Bireme e o Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
Sobre a HU Brasil
Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.
Por Danielle Morais, com informações do MS
Coordenadoria de Comunicação Social da Rede HU Brasil
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