Reunião de trabalho define temas de debate do primeiro evento presencial do G20
Encontro ocorrerá nos dias 29 e 30 de julho na cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 26 e 27, o MIDR, com apoio do MCID e organizações internacionais, vai promover eventos complementares Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
05/07/2024 18h58
Atualizado em 05/07/2024 23h13
Participaram da reunião o embaixador Ruy Pereira, diretor da ABC, e sua equipe técnica, representantes das assessorias internacionais dos ministérios e integrante do Escritório das Nações Unidas para Redução de Risco de Desastres. (Foto: Carlos Moura)
Brasília (DF) - Para programar a agenda de debates do primeiro evento presencial do G20, marcado para o fim de julho na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) promoveu, nesta sexta-feira (5), uma reunião de trabalho com representantes do Ministério das Cidades (MCID) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).
Participaram da reunião o embaixador Ruy Pereira, diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), e sua equipe técnica, representantes das assessorias internacionais dos ministérios e integrante do Escritório das Nações Unidas para Redução de Risco de Desastres.
O evento principal ocorrerá nos dias 29 e 30 de julho. Nos dias 26 e 27, o MIDR, com apoio do MCDI e organizações internacionais, também vão promover eventos complementares. Constam entre os temas definidos, infraestrutura resiliente, engajamento do setor privado, sistema de alerta antecipado, soluções baseadas na natureza, entre outros.
O MIDR é coordenador do Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres do G20. O grupo tem como foco questões críticas relacionadas à gestão de crises e catástrofes em escala global e desempenha papel fundamental na promoção da resiliência, prevenção e mitigação de riscos nos países membros.
O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, se mostrou satisfeito com o resultado da reunião. “A responsabilidade do MIDR, especialmente em razão do desastre em curso no Rio Grande do Sul, é evidente. Por isso, a priorização do foco na recuperação de áreas atingidas por desastres é tão relevante”, afirma.
Além da União Europeia e da União Africana, integram o G20 os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia.
Presidência do Brasil
Desde 1º de dezembro de 2023, o Brasil assumiu, pela primeira vez, a presidência do G20 e colocou na pauta prioridades como a reforma da governança global, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) e o combate à fome, pobreza e desigualdade.
A logomarca da presidência brasileira, com as cores das bandeiras dos países-membros, destaca o dinamismo e multilateralismo com que o Brasil aborda as questões mundiais.
Com o slogan “Construindo um mundo justo e um planeta sustentável”, a atual presidência traz o compromisso e o desejo do Brasil em promover o desenvolvimento econômico e social global.
G20
O Grupo dos Vinte, o G20, nasceu após uma sequência de crises econômicas mundiais. Em 1999, países industrializados criaram um fórum para debater questões financeiras. Em 2008, no auge de mais uma crise, o grupo teve a primeira reunião de cúpula com chefes de Estado e, desde então, não parou de crescer no âmbito das discussões sobre estabilidade econômica global.
Com presidências rotativas anuais, o G20 desempenha papel importante nas grandes questões econômicas internacionais. Atualmente, além de 19 países dos cinco continentes, integram o fórum a União Europeia e a União Africana. O grupo agrega dois terços da população mundial, cerca de 85% do PIB global e 75% do comércio internacional.
Atualmente, a agenda do G20 inclui outros temas de interesse da população mundial, como comércio, desenvolvimento sustentável, saúde, agricultura, energia, meio ambiente, mudanças climáticas e combate à corrupção.
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Categoria Defesa Civil
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