O Ministério da Saúde vai destinar quatro unidades móveis para promoção da qualidade da água para consumo humano para o Rio Grande do Sul. O serviço é mais uma estratégia da pasta em apoio à população gaúcha que vem sendo castigada com as enchentes causadas pelas fortes chuvas dos últimos dias. Cada uma das unidades dos purificadores fornecidos pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) tem capacidade para produzir 5 mil litros por dia, atendendo a cerca de 250 pessoas diariamente. A Funasa é uma das áreas do ministério que compõe o Centro de Operações de Emergência (COE) para chuvas intensas e inundações na Região Sul. A logística para envio dos purificadores foi debatida em reunião do Centro nesta quarta-feira (15). O envio dos purificadores é fundamental para minimizar os impactos das cheias no estado e promover o acesso à água potável. De acordo com a Companhia Riograndense de Saneamento, que atende pouco mais da metade da população do estado, ao menos 171 mil imóveis ainda estão sem água - uma consequência dos danos deixados pelas fortes chuvas. Medidas emergenciais Desde o início do estado de calamidade no Rio Grande do Sul, a pasta já enviou recursos para 246 unidades de assistência, e destinou mais de R$ 1,5 bilhão para o cuidado em saúde. O total de recursos já repassado aos municípios e ao estado soma R$ 95 milhões, aos quais se somam os recursos da Medida Provisória (MP) editada pelo presidente da República, com R$ 816 milhões para a saúde, mais R$ 115 milhões para o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e mais R$ 540 milhões em emendas parlamentares que tiveram seus pagamentos antecipados. Ministério da Saúde
15 de mai. de 2024
Saúde envia ao RS quatro unidades móveis de purificadores de água para consumo humano
Tags
Notícias relacionadas
Ministério da Saúde monitora qualidade da água para consumo humano no estado
27 de jun. de 2024
Ministério da Saúde distribui purificadores de água para comunidades indígenas do RS
06 de jun. de 2024

Controle de Fatores Ambientais
Ministério da Saúde debate saneamento e ameaças à saúde dos povos originários do Brasil
O Ministério da Saúde debateu na COP30, em Belém, a saúde dos povos indígenas, focando no acesso à água potável e saneamento. O secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, destacou a importância da água para a prevenção de doenças e a necessidade de abordar os impactos do garimpo ilegal e do agronegócio. O Programa Nacional de Saneamento Indígena busca garantir água segura e manejo de resíduos, com investimentos de R$ 222 milhões na Amazônia. Além disso, o fortalecimento das medicinas indígenas é uma prioridade na agenda.
12 de nov. de 2025 às 09h44
Saúde garante assistência a 100% das comunidades indígenas atingidas no estado
02 de jul. de 2024
