Secretário-adjunto de Vigilância em Saúde se reúne com gestores para debater ações de redução das arboviroses no interior paulista
No encontro, Rivaldo Cunha apresentou novas tecnologias de enfrentamento da dengue, Zika, chikungunya e Oropouche no país, como o método Wolbachia Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
14/01/2025 16h12
Atualizado em 14/01/2025 16h49
Foto: João Vitor Moura/MS
Em São José do Rio Preto (SP), o secretário-adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Rivaldo Cunha, se reuniu com o secretário municipal de saúde, Rubem Bottas, e o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS-SP), Geraldo Reple Sobrinho, para discutir ações de controle das arboviroses.
Durante a reunião, o secretário apresentou as novas tecnologias que o Ministério da Saúde está adotando para diminuir o número de casos de dengue, Zika, chikungunya e Oropouche no país, como o método Wolbachia, as Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs) e os insetos estéreis.
“Nós estamos aqui para entender a situação do município e ajudar, através do Ministério, com as ferramentas já disponibilizadas pela pasta, adaptadas para a realidade local. Estamos aqui para trabalharmos juntos”, destacou Cunha.
No ano passado, o município registrou 35,9 mil casos prováveis de dengue e 17 óbitos confirmados. Em relação a Zika, São José do Rio Preto (SP) teve 20 casos e nenhum óbito. Foram registrados também 3 mil casos e 2 óbitos por chikungunya. O município não apresentou casos de Oropouche em 2024.
O secretário também aproveitou a agenda em São Paulo para se reunir com os gestores das regiões de saúde de São José do Rio Preto e de Catanduva. A reunião, organizada pelo COSEMS-SP, contou com a participação do diretor do Departamento Regional de Saúde de São José do Rio Preto, André Baitello, e de representantes de cerca de 30 municípios paulistas.
Foto: Ivan Feitosa/Prefeitura de S. José do Rio Preto
O manejo clínico e o ponto de hidratação são pontos fundamentais que estados e municípios precisam ter para evitar a gravidade da dengue. A população precisa procurar as unidades de saúde assim que apresentarem os primeiros sintomas. Dengue é uma doença séria, que precisa ser tratada o quanto antes, conforme as orientações do Ministério da Saúde.
A importância dos Agentes de Combate às Endemias, que realizam vistoria domiciliar para eliminar os possíveis criadouros do Aedes, também foi um ponto discutido na reunião. “Essa não é uma responsabilidade apenas dos ACEs, mas de toda a população. Basta realizar os 10 minutinhos uma vez por semana, que reduziremos os focos de dengue”, ressaltou o secretário-adjunto da SVSA.
João Vitor Moura**Ministério da Saúde
Categoria Saúde e Vigilância Sanitária
Tags: vigilância em saúde e ambientearbovirosesdenguegestores de saúde



