Católicos participaram das celebrações desta Sexta-feira Santa em diferentes partes do mundo. No Vaticano, o papa Leão XVI protagonizou um dos momentos mais simbólicos da data religiosa. Ele se deitou no chão da Basílica de São Pedro, em silêncio, num gesto que representa humildade e submissão a Deus. A prostração faz parte da tradição da Igreja Católica e marca o início da celebração da Paixão de Cristo. Esta foi a primeira vez que o pontífice presidiu a cerimônia desde que assumiu o cargo.
Em Paris, fiéis e turistas se reuniram nos arredores da Catedral de Notre-Dame para celebrar a data. A procissão da Via-Crúcis relembrou os últimos momentos de Jesus Cristo antes da crucificação. Com orações e momentos de reflexão, os participantes interromperam a rotina da cidade para marcar uma das datas mais importantes do calendário cristão.
Na República Tcheca, uma tradição diferente chamou a atenção. Fiéis saíram às ruas com máscaras e instrumentos de madeira para expulsar Judas, figura associada à traição de Cristo. O barulho das matracas acompanha a procissão, que atrai moradores e turistas e mantém viva uma prática cultural de séculos.
Já no sul do Líbano, a Sexta-feira Santa foi celebrada em meio à tensão do conflito na região. Fiéis participaram de missas e procissões sob a proteção de militares. Mesmo com medo de novos ataques, moradores disseram que mantêm a fé e a esperança por dias de paz. A data, que simboliza sacrifício e redenção, ganha um significado ainda mais forte para quem vive em meio à violência.
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