Visita à empresa com atuação há 31 anos e localizada na zona Leste de Manaus objetivou conhecer os processos produtivos voltados ao segmento de embalagens plásticas flexíveis, foco na sustentabilidade e na economia circular.
A Suframa realizou, nesta quinta-feira (15), uma visita à RS Indústria de Embalagens, localizada na Avenida Itaúba, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus. A agenda teve principalmente como objetivo conhecer os processos produtivos da empresa, que atua no segmento de embalagens plásticas flexíveis com foco na sustentabilidade e na economia circular.
Produção e Sustentabilidade
Recepcionados pelo diretor-executivo, Francisco Simões, e pela coordenadora administrativa, Laura Simões, os representantes da Suframa percorreram a planta industrial que gera atualmente 96 empregos diretos em uma das áreas mais populosas da capital.
A empresa, que está há 31 anos no mercado, destaca-se pelo processamento mensal de 160 toneladas de filmes plásticos, transformando polietilenos primes e reciclados (a partir da reciclagem dos seus próprios resíduos) em embalagens que abastecem o Polo Industrial de Manaus (PIM). Entre os principais clientes atendidos pela empresa, estão multinacionais como LG, Samsung, Moto Honda e Midea, reforçando o papel estratégico da empresa na cadeia de suprimentos local.
Durante a visita, a diretoria também apresentou os investimentos recentes em maquinário e a política de reaproveitamento de resíduos, alinhada às práticas ESG (Environmental, Social, and Governance). A localização estratégica na zona Leste também foi apontada como um diferencial, facilitando a logística e a contratação de mão de obra local.
Para o superintendente Bosco Saraiva, a visita reforça a importância das indústrias de base que dão suporte aos produtos finais da ZFM. "Ver uma empresa como a RS Embalagens, que une reciclagem, tecnologia e geração de emprego numa área tão populosa e relevante como a zona Leste, mostra a força da nossa cadeia produtiva. É a Zona Franca de Manaus gerando oportunidades e sustentabilidade", avaliou Saraiva.




