Faltando menos de um mês para as eleições, uma ação na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, apresentou o funcionamento e a segurança da urna eletrônica.
Há 30 anos os brasileiros utilizam a urna eletrônica para votar nas eleições. Implementada para garantir eleições seguras, a urna não fica conectada à internet ou a outra rede sem fio e tem recursos que impedem que os votos registrados sejam alterados. O equipamento também dá autonomia a quem precisa de acessibilidade para votar, como pessoas com deficiência.
Para demonstrar à população como funciona uma urna eletrônica, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) levou dois equipamentos para a Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Um deles ficou aberto para que as pessoas conhecessem o hardware, os componentes eletrônicos do equipamento. Na outra urna, os eleitores puderam testar, treinar e entender a dinâmica do voto.
Segundo o TSE, a urna terá uma nova interface, com telas redesenhadas, letras mais legíveis e uma barra de progresso que permite acompanhar as etapas da votação.
A ação do TSE na Praia de Copacabana também lembrou os eleitores de prepararem uma cola para levar no dia da votação. As anotações precisam ser feitas no papel, já que não é permitido o uso de celular na cabine de votação.
No primeiro turno, serão escolhidos os candidatos a deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Além da cola eleitoral, também foi distribuído o manual do eleitor, com orientações sobre o que é permitido ou não durante a campanha e no dia da eleição.
Embora voltado para eleitores com mais de 70 anos, o evento atraiu também a atenção de jovens. Segundo um dos jovens presentes, é preciso exercer a cidadania e se mobilizar para um futuro melhor para o Brasil.
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