A entrega do relatório do projeto que prevê o fim da escala 6x1 ficou para a próxima segunda-feira (25). A apresentação do parecer estava marcada para a tarde desta quarta-feira (20) na comissão especial da Câmara dos Deputados, mas foi adiada. O principal impasse é a chamada regra de transição, que implementaria as mudanças de forma escalonada ao longo dos anos.
O presidente da Casa, Hugo Motta, disse que deve se reunir com o relator da proposta, Léo Prates, até o fim da semana. A ideia é manter o cronograma de votação no plenário para a próxima semana.
A proposta defendida por Motta prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso. A ideia é que jornadas específicas sejam discutidas por meio de convenções coletivas de trabalho e do projeto de lei em regime de urgência enviado pelo governo ao Congresso Nacional.
As discussões partem das propostas apresentadas pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton. A primeira prevê a redução da jornada semanal de 44 para 36 horas, com transição de dez anos. A segunda propõe uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com carga horária total de 36 horas.
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