Taynara Tenório (INPI), Júlio César Moreira (INPI) e Márcio Miranda (CBA)
Equipes do INPI e do CBA na inauguração da Superintendência Norte
Evento de inauguração da Superintendência Norte em Manaus
Márcio Miranda (CBA)
Luís Frederico Aguiar (Suframa)
Jorge Ivan Rebelo (INPA)
Nelson Azevedo (Fieam)
Deputado Sinésio Campos (Assembleia Legislativa do Amazonas)
Júlio César Moreira (INPI)
Assinatura de acordo com o CBA
Assinatura de acordo com o INPA
Assinatura de acordo com o IFAM
Assinatura de acordo com a Suframa
Evento de inauguração da Superintendência Norte em Manaus
Taynara Tenório e Maria Eugênia Galotti (INPI)
O INPI inaugurou, nesta quinta-feira (30/10), sua primeira superintendência na Região Norte, instalada no Espaço CBA de Inovação, em Manaus (AM). A iniciativa marca um novo capítulo na trajetória do Instituto e representa um avanço estratégico para o fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação da Amazônia.
Com a presença física do INPI no estado, empreendedores, pesquisadores e instituições locais passam a ter maior interlocução com o Instituto, estimulando a proteção de criações, produtos e processos desenvolvidos na região. O objetivo é ampliar a interação com o ecossistema amazônico de inovação e fomentar atividades voltadas ao uso sustentável da biodiversidade brasileira.
Durante a solenidade, foram assinados Acordos de Cooperação Técnica entre o INPI e instituições parceiras da região — o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o Instituto Federal do Amazonas (IFAM) — com o propósito de fortalecer ações conjuntas de pesquisa, inovação e bioeconomia.
O evento contou com a presença do presidente do INPI, Júlio César Moreira, do diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, e de representantes das instituições parceiras. A programação também incluiu apresentações sobre Indicações Geográficas da Região Amazônica, destacando o Guaraná de Maués (AM), o Queijo de Marajó (PA) e as Panelas de Barro de Raposa (RR), exemplos de produtos cuja identidade e valor estão diretamente ligados ao território e ao saber local.
De acordo com o presidente do INPI, Júlio César Moreira, a inauguração é um passo decisivo para o apoio à inovação em toda a Região Norte e, em particular, na Amazônia. Moreira ressalta que a propriedade industrial se constitui como um elemento central para o uso sustentável da biodiversidade brasileira, fomentando o desenvolvimento econômico e social.
“A Superintendência Norte representa um marco na atuação do INPI, em prol do desenvolvimento sustentável da Região Amazônica. Essa inauguração concretiza o compromisso do INPI em estar presente em todas as regiões do país, promovendo, de forma estruturada, inovação, competitividade e inclusão produtiva a partir da propriedade industrial. Isso é a nossa estratégia de país”, resumiu Moreira, que prometeu ampliar o quadro de pesquisadores na unidade com um concurso regional.
Para o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, a chegada do INPI ao Espaço CBA de Inovação integra a estratégia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) de descentralizar e democratizar o acesso aos serviços do Instituto, fortalecendo a presença institucional na Amazônia e estimulando o desenvolvimento econômico e sustentável da região.
“Receber o primeiro escritório do INPI da Região Norte dentro do Espaço CBA de Inovação é um passo histórico para o fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação da Amazônia. Essa presença aproxima os empreendedores, pesquisadores e instituições locais das ferramentas de proteção à propriedade intelectual, fundamentais para transformar conhecimento e biodiversidade em negócios sustentáveis. Agradecemos ao INPI e ao MDIC pela escolha do CBA como sede dessa nova unidade, que reforça o papel do Centro como articulador da bioeconomia e símbolo da presença ativa do MDIC na Região Norte. Essa parceria consolida um ambiente favorável à geração de bionegócios, à valorização da floresta e ao fortalecimento da bioeconomia brasileira”, destacou Miranda.




