Ministério do Esporte discute protagonismo feminino no III Seminário Mulheres no Esporte
O evento acontece nesta quinta-feira no Rio de Janeiro com participação de representantes da pasta Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
11/07/2024 15h54
Atualizado em 11/07/2024 17h40
A diretora de Programas e Políticas de Incentivo ao Esporte do Ministério, Isania Cruvinel Sanchez, participou da mesa de abertura. Foto: Divulgação
Um dos objetivos do Ministério do Esporte é estimular o protagonismo feminino em todas as áreas por meio do esporte. Com esse foco, a pasta participa das discussões do III Seminário Mulheres no Esporte, realizado nesta quinta-feira (11/7), na Casa G20, no Rio de Janeiro.
A diretora de Programas e Políticas de Incentivo ao Esporte do Ministério, Isania Cruvinel Sanchez, participa da mesa de abertura, cujo tema central é o esporte como um direito para a inclusão de meninas e mulheres, além de discutir o papel de cada instituição para ampliar a participação feminina no esporte.
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“É muito importante participar dessa iniciativa. Desde que a Lei de Incentivo ao Esporte (LEI) foi implementada, a Associação Luta pela Paz tem parceria com o Governo Federal. Ao todo, já foram captados aproximadamente R$ 23 milhões junto à iniciativa privada. De 2008 a 2024, foram executados 34 projetos”, destaca Isania.
Entre as participantes estarão jornalistas esportivas, atletas olímpicos como Fabi Alvim do vôlei, representantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e de outras organizações sociais ligadas ao esporte.
Durante o seminário, os organizadores lançaram a campanha “Mulheres na Luta”, que pretende promover o protagonismo feminino em todos os setores do esporte, em todas as modalidades e funções. “A prática esportiva ainda é vista como uma atividade marcadamente masculina, onde as mulheres que se destacam superam muito mais do que os limites de seus corpos ou de adversárias, transpondo também barreiras em busca da igualdade de gênero. Por isso a campanha”, explicou a diretora de Operações da Luta pela Paz, Gabriela Peixinho.
A iniciativa é uma ação da organização sem fins lucrativos Luta Pela Paz, que oferece aulas de boxe, jiu-jitsu, muay thai, capoeira e judô, em conjunto com reforço escolar e capacitação para o mercado de trabalho na comunidade de Nova Holanda, uma das 16 favelas do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A ONG tem a missão de ser um espaço de boas práticas e engajamento positivo para jovens que vivem em regiões com altos índices de criminalidade. Em paralelo às atividades, é ofertada assistência individual e em grupo, com atendimento de psicólogos, assistentes sociais, advogados, mentoria e visitas domiciliares.
Assessoria de Comunicação - Ministério do Esporte
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes




