Ministério do Esporte participa de debate sobre desafios e perspectivas para mulheres no paradesporto
O evento, parte da Semana de Inovação 2024 da Enap, destacou os desafios e as perspectivas para promover um ambiente inclusivo no esporte Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em
31/10/2024 19h11
Para as palestrantes é imprescindível que o paradesporto e a luta das atletas com deficiência estejam em discussão. Foto: Ronaldo Caldas/Mesp
Equipe da Secretaria Nacional do Paradesporto esteve presente e acompanhou as discussões. Foto: Ronaldo Caldas/Mesp


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A diretora de Projetos Paradesportivos, Nayara Falcão, destacou a luta das atletas com deficiência. Foto: Ronaldo Caldas/Mesp
Nesta quinta-feira (31), o Ministério do Esporte, representado pela diretora de Projetos Paradesportivos, Nayara Falcão, participou da mesa-redonda "Mulheres no Paradesporto: Desafios e Perspectivas", ao lado da psicóloga do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC ), Karla Garcia. O evento teve como foco a inclusão de mulheres com deficiência no esporte, abordando questões essenciais, como preconceito, falta de políticas inclusivas e a visibilidade das atletas. O secretário Nacional do Paradesporto, Fábio Araújo, também esteve presente.
Para as palestrantes, embora o paradesporto tenha avançado em diversas áreas, é essencial que essas discussões ocorram para transformar o ambiente em um espaço verdadeiramente inclusivo, especialmente para que as mulheres possam se destacar e inspirar futuras gerações.
“Participar dessa conversa é uma experiência inspiradora. A Semana de Inovação é crucial para abordar temas como cuidado, gênero e eficiência. O esporte deve ser reconhecido como um espaço de bem-estar, saúde mental e desenvolvimento profissional, mas os desafios são numerosos, especialmente em uma sociedade ainda permeada pelo capacitismo”, destacou Nayara Falcão.
Durante a discussão, os palestrantes enfatizaram que os atletas com deficiência enfrentaram, em comparação aos homens, significativa falta de visibilidade e investimento, além de barreiras culturais que restringem o acesso a oportunidades e recursos essenciais.
O debate sobre capacitismo no esporte reafirma a necessidade urgente de transformar a realidade das mulheres no paradesporto, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas. Karla Garcia destacou os desafios que ainda persistem: “Apesar dos avanços nas políticas de inclusão, o preconceito continua sendo uma realidade. Muitas vezes, somos menos capazes devido à nossa funcionalidade ou aparência. Isso não só diminui nossa produtividade, mas também reduz nossa identidade a uma única dimensão: a deficiência.”
A conscientização e o respeito às diferenças podem construir um futuro mais inclusivo no esporte, onde os atletas do paradesporto tenham o espaço e a visibilidade que merecem, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária. “Precisamos discutir a acessibilidade dos nossos corpos e as barreiras que persistem. É hora de unir forças para construir um mundo mais inclusivo e digno para todos”, complementou Nayara Falcão.
Assessoria de Comunicação - Ministério do Esporte
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes




