Os ministros que integram o G20 sobre Emprego se reuniram nesta quinta-feira (25), no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, para abrir as discussões da necessidade urgente de uma transição justa para promover trabalhos verdes e decentes, além de reduzir os gases de carbono e outros gases de efeito estufa. O ministro do Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a ministra da Índia, Sushri Shobha Karandlaje, e a da África do Sul, Nomakhosazana Meth, defenderam a urgência de ações para redução dos gases de carbono e promover uma transição justa e sustentável. “As crises climáticas não são um problema do futuro, mas dos dias de hoje. Já afeta a economia e o trabalho”, defendeu Luiz Marinho. Como exemplo, o ministro citou a tragédia com as enchentes que aconteceu no Rio Grande do Sul, que deixou 600 mil pessoas desabrigadas. Segundo ele, o governo do presidente Lula já liberou mais de R$ 94 bilhões para acelerar a recuperação econômica e social do estado. “Nosso compromisso hoje não se limita a criar empregos, mas em promover uma transição justa para um desenvolvimento sustentável. Já ajustamos as metas climáticas e reduzimos o desmatamento da Amazônia. O Brasil quer ser um exemplo de transição energética”, ressaltou o ministro. Ele ainda acrescentou os riscos aos trabalhadores com o aumento da temperatura do planeta. “Por isso, a luta pelo trabalho decente é de todos nós”, afirmou aos ministros de Emprego dos países membros do G20. Luiz Marinho defendeu a necessidade de tributação de bilionários. “Precisamos assumir essa responsabilidade. A divisão de renda não está justa, não falta riqueza, falta é distribuição justa da riqueza”, defendeu. O governador do Ceará, Elmano Freitas, que também participou da reunião de abertura do Grupo, afirmou que o Brasil deve sancionar a lei que regulamenta o hidrogênio verde, e que o Ceará investe nas energias renováveis. “Estamos investindo aqui no hidrogênio verde, pois precisamos descarbonizar o planeta”, ressaltou. De acordo com a ministra do trabalho e Emprego da Índia, Sushri Shobha Karandlaje, para que ocorra a transição justa é necessário a descarbonização. Segundo ela, a Índia tem tomado decisões importantes para uma economia verde. “A transição justa é um desafio global, que precisa estar dentro do G20 e dos Fóruns Internacionais. Já a ministra da África do Sul, Nomakhosazana Meth, disse que o seu país está comprometido com as mudanças climáticas, e já se preparando para os desastres naturais. “As crises climáticas já estão impactando, e o G20 precisa liderar medidas mais fortes para a transição justa”, defendeu. Transição justa – As mudanças climáticas é um dos principais desafios do planeta. Essa situação afeta a estrutura de trabalho. Por isso, é necessário fazer uma transição, reduzindo o dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa. A transição justa prevê a construção de ações de transição para uma economia sustentável e com impacto neutro no clima. Governos e empresas têm o desafio de desenvolver planos de recuperação econômica para promover uma economia mais verde e mais justa.
25 de jul. de 2024
“O Brasil quer ser um exemplo de transição energética”, destaca Luiz Marinho durante reunião com ministros do G20 sobre Emprego
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23 de out. de 2024

Inclusão no Trabalho
Brasil avança na agenda de transição energética e descarbonização do transporte rodoviário
Em evento no Palácio do Planalto, o presidente Lula e o ministro Luiz Marinho destacaram o avanço do Brasil na transição energética e descarbonização do transporte rodoviário. A atividade, parte das preparações para a COP30, apresentou soluções em biocombustíveis, como o BeVant da Mercedes-Benz, que reduz em até 65% as emissões de CO2. Lula enfatizou o papel do Brasil na liderança global em energia, enquanto Marinho ressaltou a importância de unir desenvolvimento econômico e sustentabilidade. A COP30 ocorrerá em Belém, reunindo líderes para discutir mudanças climáticas.
30 de out. de 2025

Economia Circular
Brasil lidera a transição energética e inaugura novo ciclo de inclusão social sob liderança do MME em 2025
Em 2025, o Brasil, sob a liderança do Ministério de Minas e Energia (MME), consolidou sua posição como referência global na transição energética, implementando programas sociais e modernizando marcos regulatórios. Destacam-se o Programa Gás do Povo, que oferece gás gratuito a famílias vulneráveis, e a Lei do Combustível do Futuro, que introduz misturas de etanol e biodiesel. O MME também lançou iniciativas como o Luz do Povo, que alivia contas de energia, e avançou na regulamentação de energias renováveis, promovendo inclusão social e desenvolvimento sustentável.
03 de dez. de 2025 às 14h49
