Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans
A dificuldade de acesso a serviços de saúde para pessoas trans, como relatado por Erick Venceslau, que enfrentou um câncer agressivo, é exacerbada pelo preconceito e falta de preparo dos profissionais. Erick, que se assumiu como homem trans após o diagnóstico, destaca o medo de discriminação como um fator que impede a busca por cuidados preventivos. Especialistas, como Maria Julia Calas, enfatizam a necessidade de diretrizes adaptadas para a população LGBTQIA+, visando melhorar o rastreamento e tratamento do câncer, além de promover um ambiente acolhedor e respeitoso.