Faltam dois dias para a entrada em vigor das novas tarifas de importação de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Enquanto o prazo não termina, o governo federal e empresários tentam negociar com a administração do presidente Donald Trump para reduzir os impactos da medida.
A ordem no Palácio do Planalto é negociar até o último minuto, com o discurso de que as tarifas anunciadas pelo governo de Donald Trump não têm justificativa. Do outro lado, lá nos Estados Unidos, a investigação comercial concluiu que o governo brasileiro adota práticas que prejudicam o comércio com os americanos.
Entre elas estão o Pix, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas no combate à corrupção. Por causa dessas práticas, Trump pode impor uma tarifa de 25% sobre os produtos brasileiros vendidos aos Estados Unidos. E, por problemas no combate ao trabalho forçado no Brasil, foi proposta uma segunda tarifa de 12,5%.
Mas há uma lista de exceções apresentada pelo governo de Donald Trump, com produtos brasileiros que podem se livrar dessas tarifas. Como o petróleo bruto, que foi o item mais exportado pelo Brasil aos Estados Unidos em 2025. Outros produtos preservados são aeronaves, café, carne bovina e celulose.
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