O equipamento cultural da Fundaj promoveu neste sábado (30), na sala Derby, a sessão especial com mediação de Luna Vitrolira e participação das cineastas Tauana Uchôa e Valderiza Pereira
A abertura de Cinema por Elas foi marcada por uma consideração fílmica da multiartista Luna Vitrolira. "Onde tem mulher tudo se transforma", afirmou ao início da sessão especial promovida pelo Cinema da Fundação neste sábado (30), às 17h, na sala Derby. O encontro contou com a mediação da multiartista, além da participação das cineastas Tauana Uchôa e Valderiza Pereira, para um diálogo sobre a importância e a tenacidade das narrativas femininas na construção de novos olhares para o audiovisual pernambucano.
Gratuita, a programação apresentou três produções. O primeiro filme exibido foi “Amor (?)”, curta-metragem de ficção dirigido por Tauana Uchôa. No debate, a cineasta trouxe na sua fala o cuidado em abordar a temática não pelo lugar do choque, mas partindo das perspectivas de subjetividade e acolhimento.
Em seguida, o público assistiu à “Moderna”, ficção dirigida por Valderiza Pereira. Na trama, ambientada entre a periferia de Toritama e as margens do Rio Capibaribe. Para a cineasta, “qualquer trabalho que seja feito hoje em dia precisa extrair a inspiração das pessoas que estão próximas do nosso íntimo. É um modo de valorizar e honrar quem te trouxe até aqui”.
O documentário “Mulheres de Repente”, dirigido por Luna Vitrolira, encerrou a programação. O longa celebra a história e a resistência de seis mulheres glosadoras.


